(Radion)
Exposição a isótopos radiativos fizeram com que o Dr. Henri Sorel se transformasse numa criatura não humana capaz de gerar descargas de energia nuclear. Quando os controles em seu colete metálico foram destruídos num combate com o Punho de Ferro (veja Punho de Ferro), teve início uma reação em cadeia em seu corpo que o devolveu à forma normal.
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(Psyclop)
Criatura inteligente, insectóide e semi-humanóide, Psyclop possui um único olho e serve a deuses malignos e desconhecidos. Ele possui poderes hipnóticos e afirma ser o único sobrevivente de uma raça que evoluiu dos insetos e que, em certo período, chegou a dominar a Terra pré-histórica. Criação de Roy Thomas em 1971.
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Trapaceando aqui porque quase todas as compras foram no fim de agosto :P~
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19/08: livros (via catarse e catarse)
• Os Melhores Contos de Fada Asiáticos, A Morta Apaixonada e Carmilla: sempre falo que as edições da Wish são um luxo em vários graus e as quero só de ver. E, no caso dos volumes vampíricos, o trabalho da Clepsidra sozinho já chama a atenção (como diz amiga (comprem o livro dela!), a seleção de livros de terror é excelente no valor histórico), fazendo parceria então, claro que ia pegar tudo X)
27/08: gibis (via loja física da Comix)
• HunterXHunter #31 #32 #33 #34: mesma opinião que aqui e o mangá tem 36 volumes, mas está em hiato no Japão. Mas autor deu sinais de vida estes dias :P
• Cardcaptor Sakura: Clear Card #9: mesma opinião que aqui
• Spy × Family #2: mesma opinião que aqui (me faltam edições 3 à 8...)
• Dead Dead Demon’s Dededededestruction #5: mesma opinião daqui
27/08: gibis (via banca Bella Paulista)
• A Saga do Demolidor #6:: mesma opinião que aqui (fecho na 9?)
• Dragon Ball Super #17: mesma opinião que aqui (pronto, fechei buraco na coleção :P)
• Frieren e a Jornada para o Além #2: mesma opinião que aqui
01/09: gibis (via loja física da Comix)
Fui ao médico e dei esticadinha na loja, de novo :P
• Spy × Family #3: mesma opinião que aqui (me faltam edições 4 à 8...)
• Ataque dos Titãs #26: mesma opinião que aqui, melhor correr com essa coleção :P (faltam 27 à 33)
• One Punch Man #1: mesma opinião que aqui (fiz merda nessa compra aqui :P)
• Cardcaptor Sakura: Clear Card #10: mesma opinião que aqui (há notícias de encerramento, não?)
• Usagi Yojimbo #2: “material antigo que falam bem e sempre quis conferir”
01/09: gibis (via banca Bella Paulista)
...e estiquei para a banca.
• Mieruko-chan #3: mesma opinião que aqui
• Komi Não Consegue se Comunicar #6: mesma opinião que aqui

(por Vitor Cafaggi)
Acho difícil não elogiar os Cafaggi, apesar de que mais li trabalhos do Vitor (autor dessa Graphic MSP além de Valente e Puny Parker) que da Lu (que só li as Graphic da Turma da Mônica que ela divide com o irmão). Sendo assim, já vou declarando que Franjinha é a melhor edição dessa leva mais recente de gibis “autorais” (aspas, porque o dedão editorial você sente aqui e ali) com os personagens do Mauricio de Sousa: Franjinha, geniozinho infantil, com tendência à inventos, está deixando de ser criança e essa passagem de fases da vida afeta até ele. Essa é uma história em que há conflitos, mas não há O Conflito, praticamente nem como metáfora¹: as mudanças da vida vão acontecendo organicamente, o personagem vai tomando pequenas decisões que o levam para um rumo mais acertado para a vida, pequenas angústias que independem dos personagens se resolvem sozinhas.
Gostei do roteiro, da interação acolhedora entre os personagens², da arte/cores lindas, dos diálogos, das pequenas cenas quebrando e ao mesmo tempo acrescentando muita coisa não dita ao clima geral da história, da pequena surpresa perto fim (concordo com o prefácio: não veja as páginas finais) e da sensação final de que toda uma situação incômoda foi bem fechada, deixando o personagem pronto para seguir adiante.
# Veredicto: não é um Jeremias (e olha que ele tá no gibi), mas vale o tempo investido :) Um slife of life bem construído, praticamente.
# Bom: a arte, o roteiro, personagens. Olha estas cores!
# Mau: sou uma criança dos anos 80, mas para mim já deu essa mania de referencias as obras pop da época. Outro ponto é que, convenhamos, os personagens do Maurício são bastante vagos, com meia dúzia de características e muito espaço vago onde um bom autor insere praticamente o que quiser para contar uma história. Aqui não é diferente: tire a parte "mini-cientista (estereótipo)" e mais uma ou duas peculiaridades importadas da matriz desse Franjinha e o personagem praticamente continua andando sozinho. E, por fim, o inevitável: quanto mais do autor eu leio, mais começo a notar seus truques narrativos. Tem muito de Valente aqui :P
96 páginas • R$ 39,90 • 2022 • revista na página da editora
¹ Eu Mato Gigantes é excelente, mas vai no sentido contrário aqui.
² a mãe do Franjinha me lembrou muito a da Ruri


(Proteus)
Também chamado de Mutante X. Filho de Moira e Joseph McTaggert, ele nasceu com a capacidade de alterar a realidade ao seu redor de acordo com a sua vontade. Proteus existia como um ser de energia consciente, tendo consumido o corpo humano com o qual nascera. Moira mantinha o filho aprisionado em uma cela especial de seu laboratório na Ilha Muir, próxima da Escócia (veja Ilha Muir). O mutante, contudo, foi libertado duas décadas após seu nascimento. Proteus tomava posse de vários corpos humanos para poder viver, consumindo um após outro. Aparentemente, a grotesca criatura acabou destruída graças a sua única fraqueza: contato com metal. Criado por Chris Claremont e John Byrne em 1979.
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(Professor Phobos)
Uma espécie de Professor X dos russos (veja Charles Xavier). Ele educava e treinava crianças mutantes em seu país. Descobrindo que podia absorver poderes de seus alunos e se tornar super-forte, Phobos acabou enfrentando os Supersoldados Soviéticos e foi derrotado (veja Supersoldados Soviéticos). Criação de Bill Mantlo em 1981.
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(por Cora Ottoni)
Admito que não cresci lendo Turma da Mônica, mas teve uma época que arrisquei e me diverti lendo a turminha. Nessa fase, para mim, a Denise era uma das personagens “novas” (para quem conhecia só os Quatro Grandes do bairro do Limoreiro) que se destacava, juntamente com (a piada interna chamada) Xaveco. Inclusive ouvi comentários que tentavam fazer a sem-sal-mas-com-pedigree da Marina ser a “terceira menina” da turminha, quando a Denise, surgida de qualquer jeito numa história qualquer, já estava faz tempo sambando em cima desse posto.
Ao menos era essa a situação na temporada que li, não sei como estão as histórias agora =p
A Graphic MSP da vez está num traço simpático e a Cora trabalha bem a diagramação das páginas. O roteiro também é bonzim, mas parece estar se firmando na coleção de graphic novels tramas que dá para resumir assim: personagem chega ao bairro, membro ou outro da turminha dá as caras, personagem se envolve em um problema, problema se resolve, fim.* Dentro dessa forminha, o enredo está divertido e competente. Mas faltou o glitter =p
# Veredicto: é bom, mas não se destaca na leva atual, talvez em um volume dois...
# Bom: os secundários estrelaram mais que os pricipais aqui XD E a autora NÃO investiu muito no clichê "personagem paga mico público".
# Mau: o tema de gente que quer aparentar ser o que não é, quase sempre acompanhado de "pareço feliz, mas falta algo importante na minha vida" está lá, mas não tem força o suficiente para chegar a ser importante na leitura.
96 páginas • R$ 39,90 • 2022 • revista na página da editora
* (Para piorar, o editorial também tá meio acomodado nos extras: mostram o método de trabalho do autor da vez para aquela edição: roteiro, rascunho das páginas, etapa de cores, página pronta. Então se segue um histórico até que legal do personagem, bem diagramada e as vezes é a parte mais rica dos extras. Por fim uma biografia de quem fez o quadrinho mais agradecimentos que parece ter sido diagramada com a bunda. É a parte mais mal feita das Graphic MSP) (e ainda falando em editorial, você sente o dedo dele incluindo as “ligações” entre os livros da série. Mas não sei o que opinar sobre isso, conheço e bem o poder que a sensação de um universo compartilhado dá, para o bem e para o mal)


Série de posts em que ostento e passo vergonha ao mesmo tempo :P
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16/08: gibis (via bancas do bairro)
• Spy × Family #9: mesma opinião que aqui (me faltam edições 2 à 8...)
• Mieruko-chan #2: mesma opinião que aqui
18/08: gibis (via Amazão)
• Walt Disney's Uncle Scrooge “The Golden Nugget Boat”: The Complete Carl Barks Disney Library Vol. 26 mesma opinião que aqui =)
20/08: gibis (via bancas do bairro)
• One Piece #102: mesma opinião que aqui (rumo ao infinito e além)
• Jojo's Bizarre Adventures (Diamond is Unbreakable) #8: mesma opinião que aqui (esse é o 4º arco de oito, que tem 12 volumes)
• Dragon Ball Super #18: mesma opinião que aqui (por algum motivo pulei a 17....)
(e algumas boas também, mas sabe como é: só desgraça causa engajamento)
Terça passada começou nhé: faz um tempo que mudaram meu horário de entrada no serviço para as onze da manhã. Até que achei bom, ainda mais com perspectivas de que Um Dia, no Mês Que Vem eu me mude para uma casa mais distante. Só que, naquele dia, haviam marcado uma reunião para as nove e vinte da matina. Ooook, são ossos do orifício.
A reunião em si durou vinte minutos, fiquei sem muito o que fazer até a abertura no banco e no fim do dia saí no horário normal, depois das cinco da tarde.
(a reunião teve alguns componentes esquisitos, tipo o chefão da regional ficar na agência, ajudando público lá fora até por volta das catorze... aí soube, no jornal do dia seguinte, que a imprensa esteve na porta da gente :P)
Chego na casa de meus pais e a internet tá bichada (e, não contei aqui, o computador também está bichado: o HD principal está morrendo e estou fazendo becape de tudo antes da hora final desse guerreiro de mais de dez anos) e estava vendo como eu faria minha terapia - que está online desde a pandemia - quando namorada avisa “pisei num buraco na rua e parece que torci o pé”.
Assim: quando quebrei o meu pé duas vezes, em ambas achava que era só torção. Na segunda vez, inclusive, andei 1km até o serviço para de lá ir pro hospital. A dor, ela vem depois. Então, claro que recomendei para ela ir lá, enquanto eu jantava correndo, pedia para meu psicólogo adiar a nossa sessão e partia para uma viagem que cobria quase de ponta à outra da Linha Prata do metrô e mais um pouco.
Enquanto isso, namorada foi pro hospital acompanhada de nosso anjo e terceira metade do casal - uma amigoninha que estava fazendo níver aquele dia, coitada =_= - enquanto eu me dirigia à estação mais próxima de onde elas estavam, planejando chamar um ubre. Quando cheguei e saí da catraca, me avisaram “foi só torção, não quebrou. Ela acabou de por a tala e foi para a medicação, melhor você ir para casa esperar a gente”.
...paguei passagem de novo e voltei para a estação que costumo descer. Poderia ter pego condução a partir dali, mas não sabia qual era o ônibus e na situação, quanto menos arriscasse melhor, mesmo pagando passagem à toa ¬¬
Desço na estação e chega um “parece que a medicação vai demorar, espera a gente em casa”, e como ia demorar mais do que achávamos, decido ir a pé, sob a infinita garoa daquela noite. Aproveito e pergunto se é para comprar algum remédio (viva 2020 e a facilidade de mandar fotos da receita médica para qualquer lugar no globo!), passo na farmácia e na padaria, onde pego um misto quente à pedido de namorada que não tinha jantado ainda. Nisso descubro que a bateria do celular estava nos finalmentes (10 9 8 7... %) e, pior, esqueci a chave de nossa casa na casa de meus pais. Duh!
Pois, então, aquela noite fiquei mais de hora na frente do prédio esperando, sob a garoa e o estranhamento dos outros moradores ,que mal me conhecem. Depois soube que minutos antes de eu chegar, houve um roubo de carro ali mesmo e corri os riscos de (antes) ser assaltada e (depois) de alguém chamar a polícia porque havia um elemento suspeito na porta (eu :P). Meu celular tinha praticamente morrido, as informações que consegui trocar por ele foram dentro da boa vontade de um aparelho com menos de 1% de energia.
Até voltei para a padaria ver se alguém conseguia dar alguns porcento de carga no bicho, mas era tarde da noite e ela tinha fechado. A farmácia e o restaurante próximos não eram tão próximos assim e com risco de desencontro.
Mas, no fim tudo deu certo: namorada chegou, deixando a amiga que a acompanhou na casa dela, reorganizamos a cama, dormimos. Na manhã seguinte acordei mais cedo, consegui abrir chamado para resolver a internet, ajudei em algumas coisinhas para namorada e corri de um bairro para o outro, para tomar um banho rápido na casa de meus pais, pegar objetos do serviço e chegar pontualmente atrasada as 11:11 =p
De tarde, técnico veio arrumar a linha telefônica.
E deitei mais cedo porque foram dois dias puxados.
Na quinta descobri que apaguei o app do banco sem querer no liga-desliga do celular, ou na briga por espaço do app da operadora da internet, e isso tá me dando uma dor de cabeça enorme que só resolvi ontem ¬¬
(Star Jammers)
Pequeno grupo de mercenários espaciais que viajava pela galáxia Shiar saqueando naves para efetuar vingança contra o Império Shiar (veja Shiars). Cerca de vinte anos atrás, o major Christopher Summers estava pilotando um avião no qual se encontravam sua esposa e os dois filhos, Scott e Alex (veja Ciclope e Destrutor). A aeronave foi atacada por uma nave Shiar que estava em missão de exploração na Terra. Os dois meninos escaparam, mas o major e a mulher foram teleportados para o veículo alienígena e levados até o mundo imperial de Shiar. Logo após a chegada, o major viu a esposa ser assassinada, e este foi jogado nas covas de escravos, onde eram mantidos os criminosos e prisioneiros políticos. Foi ali que ele conheceu Chod, Heozibah e Raza. Os quatro roubaram uma nave e fugiram, assumindo o nome de Piratas Siderais. Eles eram considerados fora-da-lei por Diken, antigo regente do império intergaláctico, e tomaram-se aliados de Lilandra quando esta assumiu o trono (veja Diken e Lilandra). Criação de Chris Claremont em 1978.
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(Phillip Chang)
Chinês que foi capturado pelo Dragão Branco e acabou sendo salvo pelo Homem-Aranha (veja Homem-Aranha). Tomou-se grande amigo de Peter Parker. Criação de Marv Wolfman em 1978.
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(Snowbird)
Pássaro da Neve nasceu em algum período deste século, filha da deusa Nelvana e do humano chamado Richard Easton. Pouca coisa se sabe sobre a infância da fantástica criatura transmorfa, capaz de assumir a forma de qualquer animal do norte do Canadá. Quando James MacDonald Hudson (veja Víndix) estava organizando a Tropa Alfa, o Dr. Michael Twoyoungmen (veja Shaman) falou com ele sobre a lendária semideusa. Após estabelecer contato com Pássaro da Neve, Hudson acabou convidando-a para ingressar na superequipe. Criação de Chris Claremont em 1979.
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Agora REALMENTE preciso diminuir os gastos porque consegui algo que queria e isso vai custar muitas mesetas por muitos meses...
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05/08: gibi (via Catarse)
• Krazy Kat (1916-1918): A editora tá metida em várias controvérsias, o papel da edição é um tanto transparente (mas, já vi piores e não duvidaria que tenho uma edição melhor que a primeira vez que isso foi lançado :P), a caixa veio semi-aberta, mas ok, o gibi chegou melhor do que eu esperava. Sério :P

06/08: gibis (via loja física da Comix)
• Dragon Ball #21: mesma opinião que aqui (34 volumes)(!)
• Fruits Basket #10: mesma opinião que aqui. (12 volumes)
• Spy × Family #1: é, outra coleção. Shhhh. (mas o povo fala que tá hilário e talz, 9 volumes no Japão até agora)
07/08: gibi importado (via Amazão)
• Generation X (Epic Collection) #2 - Emplate's Revenge: mesma opinião que aqui
09/08: RPG (via Estante Virtual)
• O Desafio dos Bandeirantes: Os Quilombos da Lua: mesma opinião que aqui, coleção completa :P