(Paragon)
Criação genética de três cientistas que queriam construir o ser humano perfeito, Parágona deixou seu casulo antes de atingir sua forma definitiva. Seus criadores a chamaram de personificação de todas as virtudes. Como não tinham boas intenções, eles tentaram perverter a criatura. Porém, percebendo o mal em suas mentes, ela os destruiu e retornou ao seu casulo a fim de completar a metamorfose inicial e cumprir sua missão de dar inicio a uma nova raça de seres perfeitos. Não vendo como conseguir isso sozinha, Parágona descobriu que existia uma outra criatura parecida com ela: Warlock (veja Warlock). Saindo para procurá-lo, ela acabou descobrindo que Warlock estava morto e tentou ressuscitar o gladiador dourado, sem sucesso. Frustrada, Parágona partiu para o espaço em busca de um companheiro a sua altura.
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(Nomed)
Jack Monroe era um grande admirador do Capitão América. Durante a década de 50, quando o verdadeiro Capitão América estava desaparecido, ele assumiu a identidade de Bucky e, juntamente com um de seus professores, também fã incondicional do defensor da liberdade, formou a dupla Capitão e Bucky II (veja Capitão América II). Atualmente, ele é grande amigo de Steve Rogers e assumiu a identidade de Nômade.
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(Razorback)
Buford Hollis é um criminoso uniformizada que possui uma cabeleira eletrificada e dirige um caminhão que pode atingir altas velocidades. Já combateu o Homem-Aranha (veja Homem-Aranha).
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(Moses Magnum)
Ex-presidente da maior fábrica independente de armamentos do mundo. Tiranus e seus aliados secretamente concederam a Magnum força sobre-humana e o poder de canalizar vastas quantidades de energia com o propósito de criar terremotos (veja Tiranus).
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Você sabe que tá com problemas quando a postagem anterior era sobre junho mas você manteve junho na contagem. Bom, eu que não vou corrigir isso :P
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21/07: gibis importados (via Amazão)
• Amazing Spider Man (Epic Collection) #8 - Man-Wolf at Midnight: mesma opinião que aqui.
• New Mutants (Epic Collection) #8 - The End of the Beginning: mesma opinião que aqui.

23/07: livro (via Catarse)
• Os Pilares de Melkart: viagens de Balthazar e Lísias: a Ana Merege é fofa como pessoa e um talento como escritora que merece ser mais conhecida e reconhecida. Esse novo livro novo temos contos ambientados na antiguidade e sempre recomendo qualquer coisa escrita por ela (e tem contos para todos lerem no blog dela!!) e sempre acho que sua trilogia em Athelgard merece ter mais leitores e atenção. Uma coisa são histórias em mundos construídos por encomenda em cima de estruturas narrativas já testadas parar tirar a grana da moda do momento, isso tem um monte em qualquer estante de livraria, outra são tramas com personagens e mundos frutos da alma de quem escreve, e é aqui que os livros da Ana se encaixam.
28/07: gibis (via banca de jornal a caminho de casa)
• Komi Não Consegue se Comunicar #5: mesma opinião que aqui
• A Saga do Demolidor #5:: mesma opinião que aqui
(Modred, The Mystic)
Feiticeiro que lutou contra os Defensores quando estes foram para a dimensão onde o Cavaleiro Negro se encontrava preso (veja Defensores e Cavaleiro Negro).
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(Mirage)
Vilão uniformizado que se utiliza da holografia, bem como outros meios para criar ilusões. Lutou contra o Aranha, na ocasião em que Betty Brant e Ned Leeds se casaram (veja Homem-Aranha, Betty Brant e Ned Leeds).
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(Minotaur)
Ser monstruoso, com as mesmas feições da criatura mitológica que inspirou seu nome. Já lutou contra o Homem de Ferro (veja Homem de Ferro). Criação de Archie Goodwin e Stan Lee em 1970.
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(Mike Farrel)
Bombeiro que mora no mesmo prédio de Steve Rogers, o Capitão América (veja Capitão América). É amigo de Rogers e já lutou ao lado do grande defensor da liberdade.
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Tradicional post consumista e ostentativista desta joanista sem salvação aqui :P E com PC morrendo.....
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Ninguém quer saber, mas.... as compras foram feitas em bancas perto de casa, em vários dias =p
05/07: gibis
• A Saga do Demolidor #4:: mesma opinião que aqui
• One Punch Man #24: mesma opinião que aqui
06/07: gibis
• Franjinha: Contato e Denise: Arraso: graphics MSP, tenho de pegar todas :P
• Imortal Hulk #11: mesma opinião que aqui (pronto, acabou!!♥)
08/07: e mais gibis
• Frieren e a Jornada para o Além #1: o que entendi é que é a história de uma elfa que tem de lidar com a mortalidade de seus colegas humanos (ela vai visitar um deles décadas depois da aventura que o grupo deles teve)...
• Mieruko-chan #1: uma garota que vê fantasmas/monstros + humor. Ok, fiquei curiosa. E, sim, concordo, não devia começar mais coleções......

Adendo: jurava que Slam Dunk iria até a edição 31... aí descobri recentemente que a nova edição da Panini era baseada numa coleção com volumes com mais páginas, fechando em 24 edições. Sendo assim, completei sem ver XD

(por Masaoki Shindo)
Estes últimos meses além de voltar a baixar e assistir animes, acabei lendo algumas traduções não-oficiais de mangás que nunca vão chegar por aqui, porque sempre tendi a curtir histórias mais slice of life, com foco no dia a dia e no desenvolvimento natural dos personagens e seus relacionamentos. Sabe aquela história com polígonos amorosos impossíveis regados à hormônios em ebulição? Ou aquela trama de poderes quase infinitos lutando pelo destino do omnimultiverso. Então, podem até ser legais, mas não é o que usualmente procuro.
Nessas, caiu no meu radar RuriDragon (ルリドラゴン), um one-shot simpático de 45 páginas: [spoilers à frente!] certa manhã, Ruri Aoki, uma adolescente de quinze anos acorda com dois chifres que cresceram em sua testa durante o sono, descobre que o pai que ela não conhece é um dragão, tem de enfrentar um dia de aula com os dois enormes enfeites na testa e, por fim, é levada a conhecer o parente ausente.[fim dos spoilers]. Só isso, e eu curti, de verdade.
O jeitão levemente azedo de Ruri, de uma adolescente que tem uma vida normal e sem aviso se v enfiada numa situação esquisita à revelia, me lembrou Michiko, a personagem que estou escrevendo atualmente. Outro ponto que me cativou foi das pessoas em torno serem curiosas com o que está acontecendo, mas amistosas, respeitando o espaço pessoal da personagem.
Em tempos de cancelamento, superexposição, preconceitos e outras tensitudes na vida, para mim esse tipo de enredo é um lugar de conforto espiritual mais que requisitado.
Aí, soube o porque de uma história do ano retrasado ter aparecido para mim: tinham acabado de anunciar que ela seria serializada, isso é, o autor vai recontar tudo de novo, mas colocando mais detalhes, mudando algumas partes e desenvolvendo além. Legal, ainda mais quando você descobre que é um moleque de 22 anos (devia ser proibido gente nascida depois de 2000 fazer a gente se sentir velha...) que finalmente conseguiu emplacar uma série na Shonen Jump depois de quatro tentativas.
Mas, como dei a entender, sou velha e já tive minha cota de decepções com histórias :P E comecei a fazer a lista de “é legal, mas...” 1) histórias fechadas e séries são animais distintos. O que funciona em um formato nem sempre funfa no outro e vice-versa. Tem coisas que se esticar demais, desanda; tem coisa que se você explicar demais, quebra. 2) o perfil do autor parece não combinar com slice of life. Sim, é preconceito meu, mas vendo que as outras três tentativas de mangá dele eram nitidamente histórias de ação, fico pensando o quanto ele consegue sustentar a história sem se tornar repetitivo ou pior, repetir clichês bastante gastos nestas histórias de dia a dia. E ele ainda cheira a leite, alguns tipos de trama pedem vivência de quem tece :PP. 3) Estar na Shonen Jump. Talvez a revista semanal mais famosa do Japão, lar de séries como Dragon Ball, One Piece, JoJo, Naruto, Cavaleiros do Zodíaco... sentiram a aura do tipo de história que foi e é publicada lá? A menina-dragoa de 15 anos que só quer sossego pode acabar ficando mais cascuda para sobreviver à essa vizinhança e seu público-alvo.
Enfim, guardaria a Ruri original num potinho e não precisaria de mais nada dela pro resto da vida, mas agora estou acompanhando curiosa essa nova encarnação esticada da personagem. Meio entre esperançosa de sair algo legal, meio com a sensação de assistir um desastre em câmera lenta. E, graças aos milagres da internet, em tempo real: todo meio-dia de domingo (ou meia-noite de segunda (sunday!), no Japão) um capítulo novo do mangá é disponibilizado de forma legal por algum tempo na rede (6 semanas se não me falha, corre que o primeiro capítulo está para sumir!)(mas não muito: o capítulo 6 vai atrasar uma semana), em japonês e em inglês - link abaixo-, e minutos depois eu já estou lendo, talvez antes de vários fãs japoneses que já foram dormir.
E, em poucas horas aparecem traduções não-oficiais para outras línguas (tem pelo menos dois grupos colocando em seus sites o mangá em pt-br, ao que vi).
• [mais spoilers à frente!] No capítulo 1, o autor reconta em 55 páginas as 22 primeiras da versão beta. Até agora estou esperando o que acontece nas outras 23 =p Aqui a mãe de Ruri está um tico mais desenvolvida (menos largada :P). O seguinte me lembrou um dos capítulos iniciais de Miracleman (sim, minhas referências são estranhas), onde os personagens testam os limites do ser diferenciado que dá título à história. A vibe é essa, além de se construir mais os laços que ligam Ruri à mãe. Mas há um detalhe: dá-se a entender que há outros mestiços por aí e há pessoas normais que sabem.
É um passo que não curti o roteiro ter dado (personagem deixa de ser única, também implica conspirações, segredos etc), mas entendo que é uma forma de dar material posterior para trabalhar, e tentar explicar algumas coisas.
• Acho terceiro capítulo o mais divertido da série até aqui, onde a mãe (melhor personagem) faz a filha voltar à escola. As teorias dos colegas sobre a natureza de Ruri são divertidas e aqui a série poderia aprender um pouco com Hanging Out With a Gamer Girl, outro mangá slice of life que andei lendo (basicamente, no que quero exemplificar: a personagem Nanami tem uma fobia social intensa, mas tem a sorte de ter uma turma acolhedora). E também é dado um pouco a mais de explicação do comportamento do professor: se na versão beta ele simplesmente diz “ok” para a aluna ter chifres e dá a aula como se fosse normal, aqui ele realmente confirma que há outros como Ruri e que a mãe já havia informado da paternidade incomum dela para a escola.
• O tema “você tem de socializar, menina” volta à tona no capítulo 4. O cast de personagens aumenta, Ruri se percebe fazendo julgamentos apenas pela visual da pessoa (uma ironia visto que ela chifres) e o detalhe de uma presilha numa personagem me faz pensar se é uma pista do que vem pela frente ou se o autor tá só se divertindo. O capítulo mais recente, o 5, é meio que um puxadinho do anterior, com Ruri e suas amigas no Subway, depois uma partida de videogame com a mãe. O puro suco do slice of life, mas dá para ver que o autor ainda está tentando explicar coisas no comportamento das pessoas que sinceramente não precisava.[cabô spoilers]
No geral, Ruri tá menos azeda que no one shot, até o traço dela está com um nariz menos arrogante, por assim dizer ;p
# Veredicto: não sei se sobrevive, mas tem hype (se chegou até a mim, tem) e potencial. Se vingar, não duvidaria que a Panini colocaria nas bancas lá pros idos de 2025 =p
# Bom: slice of life, personagens simpáticos, a mãe dela é a melhor personagem.
# Mau: o autor está preguiçoso no traço às vezes, especialmente nos capítulos mais recentes :P E apesar do autor estar brigando em manter um clima confortável na história, ela já não é mais aquela historinha fechada sobre auto-descoberta e aceitação.
site oficial, em inglês
Deixa eu dar duas infos de cunho pessoal aqui:
• Ano passado assisti Dragon Maid, um anime que por coincidência também é focado no dia a dia (inclusive, com cenas de muita sensibilidade)(alternadas à um humor esquisito e incômodo, pra não falar pior :P) e com dragões. Fiz até uma thread na época e namorada diz que é visível a passagem de “espectadora cética” à “fã (com ressalvas)”. Mas, até agora, não há muito mais em comum em ambas as obras.
• E comentei por alto sobre Hanging Out With a Gamer Girl, que deve ser um dos poucos mangás 100% coloridos que já li e um dos que menos “acontece algo”. Inclusive, estava bastante satisfatório o formato de pequenas histórias de dia a dia, sem compromisso além de fazer os personagens contracenarem. Agora, depois de cento e tantos capítulos com menos de meia dúzia de páginas o não-casal de adolescentes protagonistas esteja descobrindo que são um... e sei lá se isso era necessário.
Se calhar, resenho ambas assim que tiver um respiro^^

