(Olympus)
O Olimpo é um reino que se localiza em uma outra dimensão, adjacente à Terra, cujo portal de entrada situa-se em algum local no Monte Olimpo, na Grécia. Os deuses que habitam o local, chamados olimpianos, são uma raça de entidades superpoderosas que, por suas capacidades, foram adorados pelos antigos gregos e romanos de 2000 a.C. até cerca de 500 d.C. Sua origem precisa, como a de todas as criaturas consideradas deuses na Terra, se perde nas lendas. Existe um sem-número de olimpianos chamados deuses, mas apenas doze compõem o Panteão do Olimpo, ou seja, a corte regente das divindades. São eles: Zeus, Rei dos deuses, cujo nome romano é Júpiter; Hera, Rainha dos deuses, cujo nome romano é Juno; Plutão, Senhor dos mortos, cujo nome grego é Hades; Netuno, Senhor do mar, cujo nome grego é Poseidon; Ares, Deus da guerra, cujo nome romano é Marte; Apolo, Deus da luz, cujo nome grego é Apolo; Artemis, Deusa da caça, cujo nome romano é Diana; Atena, Deusa da sabedoria, cujo nome romano é Minerva; Vênus, Deusa do amor e da beleza, cujo nome grego é Afrodite; Hermes, Deus da velocidade, cujo nome romano é Mercúrio; Vesta, Deusa do lar, cujo nome grego é Héstia; Hefestos, Deus do fogo, cujo nome romano é Vulcano. O Olimpo, bem como seus deuses, foi adaptado para os quadrinhos por Stan Lee em 1966.
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(por Kazuo Ishiguro)
Sim, comecei a ler esse livro de birra e fui.
Para quem não me conhece, tenho uma personagem num livro para sempre inédito (até agora) chamada Klara e uso alguns diálogos dela com o Sol como uma divertida muleta narrativa. Ao menos para mim é divertido :P. E aí soube desse livro, escrito por um Nobel e fui ler.
Essa Klara (cabelos pretos e curtos, acho que estilo anos 20 (se entendi direito a descrição), segundo a minha imaginação) é uma robô-criança vendida em loja para ser a melhor Amiga Artificial de quem a comprar. O livro é narrado pela própria Klara e começa pelo dia a dia dela na vitrine da loja, até que um dia uma menina, Josie, finalmente convence a mãe a leva-la.
E temos uma história contada de forma morna, pela perspectiva da robõ, que é inteligente, mas não conhece nada da realidade além de onde ela vive e assim faz suas interpretações do mundo bem próprias (com pelo menos uma conclusão absurda, que só dá certo porque o autor quis :P). Há um drama no ar, conhecemos os personagens aos poucos - sempre dentro dos limites de entendimento Klara, quase que sempre plácida - , além de fragmentos da realidade daquele mundo (não tão?) futuro. Que apesar de aparentemente calmo, é mais cruel e com constantes escolhas radicais por parte dos personagens (ao menos aparentou pra mim).
O final é agridoce e fecha direitinho a trama como um todo.
# Veredicto: Essa Klara é mais inteligente, profunda e melhor escrita que a minha, mas prefiro a que criei.
# Bom: achei o arco do "pintor" instigante, aquilo ali aconteceria mesmo como o planejado? Tem mais alguns conceitos que Ishiguro tateou no livro que dão outras histórias fácil-fácil. E, olhando para trás, boa parte do tom ameno do enredo vem por causa da personalidade bem construída de Klara, o que é um senhor exercício narrativo (além de seu modo peculiar de entender o mundo)
# Mau: pouca coisa "acontece", a solução do Grande Problema vem praticamente num deus ex machina (ou //invocado por machina//.... quem sabe?) e aparecem alguns clichês sacrificiais de forma desnecessaura e praticamente sem consequências. O cenário escolhido também é bem limitador. Apesar de seus méritos, é o tipo de livro que só foi lançado porque o escritor tem o nome feito :P
336 páginas • R$ 59,90 • 2021 • https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=14950
Na cara de pau, em abril, mandei um mail pro autor. Nunca recebi resposta:
“Olá!
Imagino que o senhor deva receber muitas mensagens e que haja uma triagem antes delas chegarem para você. Espero que, se este e-mail não seja considerado válido para chegar a você, que ao menos divirta quem fez a triagem ^^
Estou mandando este e-mail por causa de uma coincidência boba:
Sou uma das 437634763353 trilhões de escritores amadores que existem por aí, eternamente escrevendo e polindo seus textos, às vezes publicando em sites pessoais ou indo para a auto-publicação, etc
(Não, não é das dificuldades de criar e publicar que vou falar, esse tipo de história é comum e sem graça :P)
O fato é que tenho uma personagem chamada Klara, é uma pequena protagonista (8 para 9 anos de idade) numa história que ando escrevendo e reescrevendo há muito tempo, tanto tempo que decidi que passou da hora de dar uma forma final para ela e escrever outras histórias que estão anotadas e pedindo a vez de virarem letras. E há o Sol, astro-rei, que utilizo em alguns capítulos da história de Klara, como semi-personagem, que às vezes introduz um dia novo na história, às vezes responde comentários da menina.
Bom, você viu onde estou querendo chegar :)
Atalhando: só soube de “Klara and the Sun” quando tinha feito uma ilustração da minha personagem, estou mandando em anexo. Fiquei curiosa e comprei seu livro - https://www.instagram.com/p/CNYl2dYDrLL/ - , em breve o lerei, e adianto que, pela sinopse, o sua Klara e seu Sol não tem muitos pontos de contato com minha Klara e meu Sol - nem em trama quanto objetivos. Mas desde então brinco para os amigos que um Nobel da Literatura me plagiou :)
(Sim, é uma mentirinha, mas é mais divertida que a verdade!)
Abraços,
mushi-san
P.S. Mando em anexo uma versão em quadrinhos que fiz do começo da minha história, em 2008^^”


(The Avengers Mansion)
A mansão dos Vingadores (veja Vingadores), localizada na 5.ª Avenida em Nova Iorque, é uma construção de três andares que, erguida em 1932 por Howard Stark, possui estrutura de concreto reforçada com aço. Muitos melhoramentos foram realizados nela desde então para que pudesse abrigar os mais variados tipos de equipamentos. Cercada por um muro de quatro metros de altura, seu belo gramado oculta um grande número de detectores de intrusos. Seu ginásio de esportes está totalmente equipado com aparelhos de ginástica especialmente desenvolvidos para super-heróis. O Simulador de Combate incorpora um grande número de aparelhos cujo propósito é manter o reflexo dos heróis sempre aguçado. O local de trabalho do Dr. Henry Pym (veja Hank Pym) compreende sofisticados laboratórios de patologia e morfologia. Na área de esportes também existe um compartimento para lazer, com mesa de pingue-pongue, bilhar e uma grande variedade de jogos eletrônicos. No andar subterrâneo, abaixo do ginásio de esportes, localiza-se a sala de computadores. Nela também se encontra uma área especialmente dedicada à fabricação de robôs. Criada por Stan Lee em 1963, até hoje a mansão serve como quartel-general do mais poderoso grupo de super-heróis da Terra, mantida financeiramente pelo milionário industrial Tony Stark (veja Homem de Ferro).
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(por Howard Chaykin, José Luis García-López)
A DC é uma editora antiga e, como tal, entrou em várias modinhas quando estas estavam em alta com o passar das décadas: teve títulos de romance, de faroeste, de guerra, de super-heróis (:P), de terror e, é claro, de ficção-científica. Neste gênero, teve seus títulos dedicados e personagens futuristas que viajavam pelo universo em suas aventuras, isso em épocas em que a visão do mundo era mais inocente e a definição de “herói” era mais simples, com vários clichês já prontos para serem usados e consumidos.
Fim dos anos 80: a editora estava em renovação, fez um reboot audacioso em 1985 (e o melhor megacrossover já feito, imho: Crise nas Infinitas Terras), estava renovando ou reinventando seus personagens e chamou Chaykin para brincar com seu cast futurista. E ele fez... uma obra que flopou na época, mesmo com a arte foda do García-Lopez, e dá para perceber porque:
1) Como a maioria dos seres humanos, não eu conhecia quase nenhum personagem, alguns só de nome, li sem a carga necessária. E isso é o primeiro erro, o roteirista não dá muito contexto, espera que o leitor descubra as coisas por si mesmo... e com personagens que praticamente só ele lembrava :P
2) Para piorar, a narrativa é bastante quebrada. É um recurso foda quando quem lê conhece personagens ou ambiente, você entra no jogo de pegar as peças e montar enquanto acompanha o que acontece. Mas, quando você não tem onde se ancorar, a única vontade do leitor é de esperar o turbilhão passar e torcer para pelo menos algo no fim valer a leitura.
Não acontece.
Crepúsculo tem ideias legais, mas só ter ingredientes de qualidade não fazem um bolo.
(e, cada vez mais, acho que o estilo de escrita do Howard Chaykin não bate comigo, também não curti seu American Flagg) (E é incrível como ele é viciado demais nos próprios clichês XD até gato falante temos aqui XDD)
# Veredicto: apesar da arte de encher os olhos em algumas páginas, vou passar adiante.
# Bom: a arte do García-López, sempre.
# Mau: construção de história confusa, não há tempo para você conhecer e/ou se importar com personagens ou com o cenário (estes sim, parecem ter tido alguma construção).
168 páginas • R$ 62,00 • 2020 • veja no site da editora


(K'Un-lun)
Kun Lun é um reino místico que, de dez em dez anos, se manifesta em algum local das montanhas do Himalaia, no Tibete. Lar de seres considerados imortais, o reino tem como soberano Yu Ti, a suprema personalidade de jade. O reino de Kun Lun era a Terra procurada por Wendell Rand, o pai de Daniel Rand, o jovem que estava destinado a se tornar o campeão de artes marciais conhecido como Punho de Ferro (veja Wendell Rand e Punho de Ferro). Quando o pai de Daniel foi assassinado no Himalaia pelo sócio, Ward Meachum, (veja Ward Meachum), o menino e sua mãe vagaram perdidos pelas montanhas, até que esta, para salvar o filho dos lobos famintos, se jogou para ser devorada pelos animais. Daniel foi salvo pelos habitantes de Kun Lun e levado ao reino, onde recebeu intenso treinamento em artes marciais. Muitos mistérios ainda envolvem o regente da cidade mística. Sabe-se, por exemplo, que Yu Ti era irmão de Wendell Rand; que Wendell, por ser o primeiro filho de Tuan, o então monarca da cidade, deveria ter assumido o trono, e não o atual Yu Ti, que era o segundo filho de Tuan; que Yu Ti amava a primeira mulher de Wendell, Shakirah; que, assim que esta lhe deu um filho, Wendell foi expulso de Kun Lun por Yu Ti. Kun Lun foi introduzido nos quadrinhos por Roy Thomas em 1973.
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As fotos dessa coluna era publicada originalmente no meu instagram, mas como o serviço deu pau, acabei migrando as fotos para cá.
A idéia é fazer um controle do que ando gastando e tentar (oh, doce ilusão) diminuir meus gastos com impressos :P
Postagens anteriores:
• novembro/2021
• dezembro/2021 (1)

17/12: Livros (compra no Catarse)
• História do Dinheiro - Volume 4: O Antonio Luiz é tipo uma autoridade sobre diversos assuntos e, para você que escreve ou simplesmente curioso, os livros de referência dele são obrigatórios!! Ah, e fiz os mapas de um dos livros dele, espero que ele volte a escrever ficção em breve!

18/12: Gibis (compra na loja física da Martins Fontes)
• O Último Vôo das Borboletas: admito que comprei porque tava de bobeira na livraria e a história é elogiada. E a série e Nix, da mesma autora, tá na mira (pelas capas bonitinhas, admito =_=), mas queria começar pegando essa obra dela. Não, eu não tenho jeito...
• Maurício - O Início: reprodução dos primeiros livretos com histórias do Mauricio de Souza. Só comprei porque a edição é bonitona, com capa dura e tudo o mais & e o gibi apareceu com mais de 50% de desconto enquanto eu estava na fila para pagar o gibi acima.

18/12: Gibis (compra na loja física da Comix)
• Os 3 gibis no alto ganhei de graça no Dia do Quadrinho Grátis, provavelmente eu os passe adiante mais pra frente. São: A Floresta, Low e Something is Killing the Children, da Devir.
• Julia #6: mesma opinião daqui
• Dragon Ball #17: mesma opinião que aqui (34 volumes)(!)
• Dragon Ball Super #16: mesma opinião que aqui
• HunterXHunter #25 #26: mesma opinião que aqui e o mangá tem 36 volumes, mas está em hiato no Japão.
• Fruits Basket #9: mesma opinião que aqui. (12 volumes)
• Usagi Yojimbo #1: “material antigo que falam bem e sempre quis conferir”

21/12: Gibis (de vez em quando passo na banca de jornais :P)
• Ataque dos Titãs #7 #30 #32: mesma opinião que aqui
(Muir Island)
A Ilha Muir, situada nas proximidades da costa escocesa, é propriedade da geneticista Moira MacTaggert e serve à cientista como centro de pesquisas para o estudo de mutantes. Foi na ilha Muir que os X-Men (veja X-Men) enfrentaram um de seus inimigos mais perigosos: Proteus, ou Mutante X. Filho de Moira, a diabólica criatura tinha o poder de se apoderar do corpo das pessoas. Quando Proteus foi por fim derrotado, Sean Cassidy, também conhecido como Banshee, decidiu estabelecer residência no local e viver ao lado de sua amada Moira (veja Banshee).
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(Hala)
Hala é o planeta natal da raça kree (veja Krees). Cerca de um milhão de anos atrás, o mundo possuía duas formas de vida igualmente inteligentes: os humanóides krees e o povo-planta. Visitados pela raça skrull (veja Skrulls), os krees e Homens-Plantas foram submetidos a um teste para que os visitantes do espaço pudessem ver qual dos povos merecia a dádiva do desenvolvimento. Revoltados porque os escolhidos foram os Homens-Plantas, os krees mataram o embaixador Skrull e tomaram sua nave. Absorvendo todos os conhecimentos do veículo espacial num período de duas gerações, os rebeldes começaram a atacar os skrulls, dando inicio a uma sangrenta guerra que perdura até hoje. Embora Hala seja o local onde se originaram os krees, é o planeta kree-lar, no sistema Turunal, que serve como capital do império e sede do governo kree.
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Como andei berrando por aqui e no twitter, minha conta no instagram tava bugada: eu não entrava, rapidamente (algumas vezes) aparecia mensagem de fazer verificação e a tela ficava toda branca. Na Web aparecida direto a tela de verificação e tal.
Às vezes eu conseguia contornar a “tela branca” e entrar numa versão sem nada de minha conta... mas esse tipo de exploração gerava nada de útil.
E, buscar por informações também não ia longe: tanto no google quanto no youtube ou eu entrava em sites que berravam “ARMADILHA!!” ou eu entrava em sites que diziam muito mas diziam nada. Em busca de cliques, algumas páginas prometiam no título dicas de como resolver o problema e só relatavam o que estava acontecendo, ou diziam o óbvio (desinstale, limpe cache, atualize, reinicie, etc).
Volta e meia eu fazia buscas com trocentas palavras chaves possíveis procurando uma solução, e neda.
Até que sexta passada, dona namorada encontrou isso aqui:
“Eu tenho uma conta no insta que uso apenas para seguir as pessoas e não postar nada.
Eu o uso via Chrome no meu telefone em vez de usar o aplicativo (praticamente sem anúncios dessa forma).
Algumas semanas atrás, eu entrei e uma tela dizia confirmar conta via aplicativo. Então, baixei o aplicativo para fazer o que ele está pedindo, mas assim que entro no aplicativo é apenas uma tela preta em branco e não consigo fazer nada.
Quando estou na tela preta, posso deslizar para trás e exibir o feed principal por menos de um segundo, mas nada carrega (sem fotos).
O que está acontecendo?”
“Sim, todo mundo que se loga via web está se ferrando.
Você precisa esperar por uma atualização (Só Deus sabe quando). Ou baixe uma versão mais antiga do instagram para concluir a verificação de vídeo no aplicativo (encontrei uma online de 9 de junho, funcionou para mim). Que deveria estar aparecendo no último, mas atualmente é apenas uma tela preta...
Fácil de fazer no Android. Você pode então atualizar após a verificação. Apenas certifique-se de não usar o instagram da web nesse meio tempo.
iPhone nem tanto. Talvez encontre alguém com um telefone que você saiba que tem uma versão muito antiga do Instagram. Não sei a que ponto exato este bug foi introduzido. Ou peça ao seu amigo Android para fazer isso por você.”
Traduções via Google, to com pressa demais pra deixar o texto bonitinho :P
Bom, dica dada, vamos ao que interessa:
1) a dúvida e a resposta apareceram depois de meu insta bugar.
2) há um site com versões velhas de vários apps para android, o apkmirror.
3) Só que para cada versão nova de aplicativo, tem trocentas variações para a maioria das configurações possíveis de celulares. Precisei de um app chamado “Droid Info” para ter alguma certeza de qual versão do apk era compatível com meu aparelho.
(No site do apkmirror tem um questionário com respostas úteis, é em inglês e não vou traduzir porque é muita coisa - se você não sabe nem usar o Google Translator, quase certeza que não vai saber fazer qualquer operação mostrada nesse artigo :P Peça ajuda, não é feio - mas deem uma olhada com carinho nessa pergunta e nas que estão acima e abaixo dela “What are these weird terms I’m seeing on some APKs – dpi, nodpi, arm, arm64, x86?”)
Bom, era uma quinta à noite quando a dica veio e eu tava cansada, decidi em vez de seguir a risca da dica dada, baixar uma versão do instagram de alguns dias antes do bug aparecer para mim. Deu em nada, claro.
Sábado segui a dica mais à risca: baixei o arquivo no PC, joguei o arquivo no cartão do celular, usei o gerenciador de arquivos do celular para chegar até lá, cliquei no ícone, autorizei a execução do arquivo... confesso que ia ser um bicho de sete cabeças, mas a instalação assim foi bem windows :P
Paguei 34534 Pai Nossos, 3632236 Ave Marias e 2453453 polichinelos, rodei o instagram, pus usuário, a senha e... algo aconteceu:
ISSO! Era essa gravação de vídeo que me pediam desde o começo e sei lá porque as versões novas NÃO ESTÃO rodando. É um bug tão besta que se fosse um app governamental os jornalões iriam imprimir na primeira página em vermelho piscante “tem de privatizar” :Þ Mas, estou dispersando: gravei minha cara nas na direções que o app pedia - provavelmente alguma IA identifica que sua cabeça/rosto são reais e te liberam. E poucos segundos depois desse captcha esquisito, enfim, eu estava de volta ao insta:
E é só. Esse é um post mais desenvolvido dessa minha thread no twitter e espero que ajude quem tiver o mesmo problema que tive (e parece que tem, dada a quantidade de scam na rede sobre....)
E ontem mesmo fiz becape de toda minha conta lá e estou repensando o que farei dela. E esse “normal” dos anos 20 de deixar nossa vida digital em servidores alheios que somem e sequestram nossos dados sem aviso ou sem explicação.
(School for Gifted Youngsters)
A mansão que serve como escola para os jovens superdotados sob a orientação de Charles Xavier pertence à família do Professor X desde 1968 (veja Charles Xavier). Originalmente construída por um de seus ancestrais holandeses nas proximidades do Lago Brakstone, em Nova Iorque. A mansão foi completamente reformada por Xavier. Em uma de suas últimas reformas, nela foi construido um hangar subterrâneo, a Sala de Perigo e túneis de transporte. A mansão, que atualmente serve como sede para os novos X-Men, é fartamente equipada com computadores e parafernálias eletrônicas. Criada por Stan Lee em 1963. A Escola para Jovens Superdotados do Professor X tem como objetivo maior o treinamento de mutantes para que estes aprendam a controlar e utilizar suas supercapacidades em prol da justiça.
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(The Thurian Age)
A Era Thuriana, também criada por Robert E. Howard, foi anterior ao Grande Cataclismo e teve como seu principal personagem o Rei Kull - um bárbaro atlante que se tornou monarca da decadente Valúsia, a cidade das maravilhas, cujo domínio e influência se estendia por várias nações (veja Kull, o Conquistador).
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Não falem alto, mas meu instagram voltou à vida hoje, em breve faço um textinho sobre :P
Mas acho que manterei o formato de postagens curtas aqui, com imagens lá, a pensar.
Postagem anterior: novembro/2021

09/12: Quadrinho Importado (compra na Amazão)
• Frontline Combat #3: mesma opinião que de Vault of Horror, da EC Comics. (e, grazaDeus, essa coleção tá terminando para mim, porque tá cara :| )

09/12: Livros (compra no site do Sebo Clepsidra)
• O Vampiro: Edição Comemorativa de 200 Anos - John William Polidori: tenho mania de ir atrás de histórias antigas, ou histórias mais velhas que as famosas. Então, este livro e o abaixo entraram no meu radar...
• Varney, o Vampiro; ou, O Banquete de Sangue - vol. 1: ...e são citados (mesmo que de raspão) nesse texto legal sobre vampiros da Adriana Strix^^
(The Hyborian Age)
De acordo com o escritor americano Robert Erwin Howard, cerca de doze mil anos atrás, houve um glorioso período entre a submersão da lendária Atlântida e a história conhecida no tempo dos egípcios e mesopotâmicos. Essa era ele chamou de Hiboriana, cujas maiores potências eram os reinos da Aquilônia, Nemédia e Turan, existindo onde hoje se encontram a França, a Alemanha e a União Soviética. Quando o mundo foi abalado pelo Grande Cataclismo que fez submergir a Atlântida, os ancestrais daqueles que viriam a ser os hiborianos fugiram para o norte do continente. Nessa época, eles não passavam de selvagens pouco mais desenvolvidos do que os homens de Neandertal. Antes de iniciarem o grande êxodo para o sul, os hiborianos eram seminômades, habitavam cabanas de couro de cavalo e viviam da caça e do pastoreio. Por cerca de quinhentos anos, as tribos hiborianas vagaram para o sul e sudeste, até que, por fim, encontraram raças antigas e conheceram seus deuses pré-cataclísmicos. Graças ao contato com esses povos, a cultura hiboriana foi bastante modificada. Vivendo em aglomerados isolados entre os reinos, esses hiborianos acabaram fundando nações primitivas. Espalhando-se por todo o resto do continente, eles se tornaram tão difundidos que acabaram por conferir seu nome a esse período que sucedeu o Grande Cataclismo. A Era Hiboriana foi marcada pelo nascimento de um poderoso guerreiro bárbaro de nome Conan, que, após se tornar conhecido e temido em todas as nações, destronou o rei da nação conhecida como Aquilônia e se tornou seu soberano (veja Conan).
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Bão, to a contragosto em outra agência, mas no caminho tem uma estação de metrô, e na estação tem um posto de vacinação (sempre vazio).
Como chegou a minha vez no calendário, não bobeei, estiquei o braço e ganhei reforço pra lá de necessário, né? :D
Da outra vez tomei vacina da Jansen, e eu me sentia a verdadeira Princesa da Dose Única :P Na época, a única reação que tive foi uma febrica de noite. Dessa vez foi Pfizer e meu braço está dolorido, o que me fez pensar que calculei mal: como o braço direito está dolorido (tendinite?), decidi me vacinar no esquerdo... que agora dó.
Então, sobre qual braço vou dormir?
(eu to rindo pq se fosse personagem, seria engraçada a burrice XD)