(Surtur)
Surtur é um enorme demônio de fogo, nativo da região onde se encontra Asgard. Dotado de grande inteligência e vasto poder ele se apresenta como um ser místico gigantesco cujo nascimento é anterior ao de Odin, soberano do Reino Dourado (veja Odin). Tendo cerca de trezentos metros de altura e empunhando uma enorme espada incandescente, Surtur foi certa vez aprisionado por Odin no centro da Terra. Ele é o ser cujas profecias afirmam que purificará Asgard com fogo, depois dos deuses terem sido derrotados na batalha de Ragnarok, o dia do Juízo Final. Juntamente com Ymir, o gigante de gelo, e a Serpente de Midgard, Surtur é, sem dúvida, o mais poderoso dos inimigos do reino de Odin. Alguns anos atrás, o demônio foi libertado de seu confinamento graças a uma sórdida manobra de Loki, o Deus do Mal, que pretendia a todo custo se apoderar do trono imperial. Aproveitando o período em que Odin se encontrava imerso em seu sono revigorador, absolutamente indispensável para a manutenção de seus poderes, o sórdido imortal enviou o monarca a uma região totalmente desolada, denominada Mar da Noite Eterna. Como a única coisa capaz de conter o gigante de fogo era o encantamento do Pai de Todos, com a sua ausência, Surtur se libertou. Cego de ódio por ter sido aprisionado, ele partiu para Asgard, deixando uma trilha de destruição em seu caminho e totalmente disposto a destruir seu captor. Reunindo todos os bravos de Asgard, o Deus do Trovão foi dar combate ao gigantesco inimigo, porém, sem conseguir barrar seu avanço devastador. Percebendo que a única forma de conter o monstro seria trazer Odin de volta ao reino, Balder, um dos mais nobres guerreiros de Asgard, decidiu partir para o Mar da Noite Eterna (veja Balder), e conseguiu tocar a cápsula onde se encontrava o soberano, fazendo com que este despertasse. Retornando sem demora a Asgard, Odin tornou a aprisionar Surtur nas entranhas da Terra. Extraído da mitologia nórdica e adaptado para os quadrinhos por Stan Lee em 1963, Surtur é, sem a menor sombra de dúvida, uma das criaturas mais perigosas de todo o cosmo.
Índice: A • B • C • D • E • F • G • H • I • J • K • L • M • N • O • P • Q • R • Sobre esse projeto
Como anunciado antes, o blog está em reformas por n motivos. Este sistema novo, feito pra wiki, estava em testes num diretório à parte e ontem migrei ele para cá. O conteúdo antigo ainda está onde estava, mas os links estão todos zoados e meus planos são de passar os próximos 100 anos convertendo os posts antigos.
É isso, o blog estava meio-morto, mas passa bem. E como este pinguim é fênix, logo volta e destrói o universo como se fosse um personagem da marvel :P
Antes de tudo, aviso que hoje fiz exame pro Covid :P
Eu tenho algumas lombrigas de coisas antigas que quis e ainda, no fundo, quero ter. Ou que perdi e queria resgatar. Ou que apareceram em sonhos, tipo os carrinhos de brinquedo (ainda faltam alguns e preciso voltar a fazer o site).
Bom, além dos brinquedinhos acima, com o passar dos anos “resgatei” meu primeiro brinquedo, um pato donald de borracha (o primeiro foi destruído por um cachorro que tivemos), naves playmobil e outras quinquilharias.
Agora estou querendo de volta uma calculadora científica: era útil, tinha umas funções que me eram úteis - ok, dá pra fazer o mesmo em qualquer celular hoje em dia :P - mas certo dia uma pessoa conhecida pegou sem me pedir e perdeu.
Enfim, nestes dias de ir morar com namorada e voltar pra casa dos meus pais sem internet computador, me lembrei da bendita calculadora. E pensei: será que acho ela usada à venda? Mas... qual era o modelo mesmo? Eu acho que tenho o manual ainda, mas onde foi parar?
Tipo: a bicha sumiu da minha vida nos anos 90.
Mas dona memória me deu pistas e tio google ajudou no resto. Era Casio, tinha função de fazer contas com frações e triangulando com a época que meus pais compraram e me deram ela, é uma dessas aqui:

(fotos: Virtual Museum of Calculators)
...desconfio que seja a da esquerda: além da família não ter podido comprar algo top de linha (e ainda mais em lojinha do bairro), o outro modelo parece ter tido uma capa rígida plástica que não tinha na minha.
Então, à caça. Ainda não apareceu nada nas lojas de usados que visito, e parece que essa linha de calculadoras ainda existia até algum tempo atrás, atualizada. A tentação de pegar um modelo muderno (e nem tão caro) é tentadora, por mais enfeite que seria na minha casa.
Mas sou eu, consumista, né? :P
Ah, meu sonho de consumo de calculadoras é essa aqui:

E ainda terei uma, pra enfeitar também (é muito linda, convenhamos!) ♥
Muito tempo atrás, acho que já na era do blog (como as coisas estão bagunçadas aqui, não vou procurar a postagem da época), meu computador - que então ficava em cima da mesa - estava ficando estranhamente quente e eu não fazia idéia do porque...
...até que um dia, enquanto usava, apareceu uma fumacinha atrás dele, junto de um tssssss parecido com fritura. E a fonte queimou
Na semana passada, a máquina atual (que tem sua década, talvez mais) estava estranha: ela não ligava de primeira. Por duas vezes dei uma geral nos cabos, tirei e recoloquei fios, e miraculosamente tudo parecia normal. Na quinta, bem, na quinta, enquanto eu mexia na transição desse blog aqui, o PC desliga do nada. Faço o ritual de conferir fios e afins, religo... e logo desliga de novo.
Nessa, minha mãe entra no quarto e pergunta se sinto o cheiro de borracha.
É, a fonte queimou mais uma vez, e como meu olfato é uma merda, não estava percebendo os sinais e corria o risco de dar ruim - a cama e seu colchão ficam a menos de um palmo dela.
De qualquer forma, mandei ao técnico, que trocou a bicha, por uns trocados a mais me ofereceu limpeza das cinco toneladas de pó acumuladas dentro do gabinete, inclusive trocou ele por outro gabinete mais novo, mais um drive de DVD que ainda não sei se só lê ou grava. Tá tudo bem agora (entei!), mas parei quase uma semana de trabalhos e quebrei uma rotina, que é sempre um saco de reconstituir.
Enfim....
Enquanto o blog antigo não morre e eu não aprendo a transportar ele pra cá, vou cuidando de outros aspectos da vida :P
Estes dias twittei algo assim:
e.... aproveitei o feriadão para fazer:
Financiem minhas histórias aqui!
...e meus paralelo do Evangelho aqui :D
Sim, etou cética quanto a resultados, mas na mesma medida que estou curiosa. E, como sempre digo, “e por que não?” é a melhor pergunta de todas. Fiz.
Noutra editoria, eu sei como importar os posts do blog, vai dar trabalho, mas eu sei. Há alguns detalhes que quero mudar no comportamento desse sistema, e parecem ser simples. Mas o que tá me estressando mesmo é não entender como importar todos os comentários, o plugin que gerencia eles gera um arquivo ininteligível para mim e não quero perder a parte da história da geladeira que envolve justo os mais importantes: os leitores =x
A história está pausada - até isso a pandemia zoou - mas o Miguel volta e meia me manda artes legais de minhas personagens, e como tenho muito orgulho delas, quero mostrar pra todo mundo XD
Como agora o blog permite com facilidade, farei aqui com alguma constância :))

(não, não é Raquel, mas a personagem que apareceu em alguns capítulos^^')
E temos blog novo, ou algo assim: tá tudo cru, tenho de importar uma porrada de posts+comentários (a opinião de vocês sempre foi importante ♥), o lay-out é uma preocupação que vou ter lidar depois, e por aí vai.
Mas não dá pra ficar esperando, né? Daqui alguns dias o blog velho “morre” e não vou deixar de blablablalizar aqui^^
...ao menos conhecemos.
(claro que ia ter pegadinha, né? :P)
O Blog ao Cubo começou em 2001, meio como extensão/substituto do "mushi-san no heya", que era meu site de revistas de anime/mangá. No princípio, ele ficava hospedado no blogspot e em 2003 decidi pagar servidor novo, instalar sistema para blogs modinha no momento, enfim, ter uma casinha digital própria.
De lá para cá, troquei de servidor umas 2 ou 3 vezes, tive problemas de atualização com o sistema do blog (o MovableType, e ocasionalmente, o WordPress - da qual saí correndo e não volto) e eventualmente deixei o faniquito de deixar aqui bonitão pra lá e fui focar em outras coisas, tipo escrever um livro (Um Dia termino).
Para quem não sabe, toki pona é uma língua inventada com cerca de 120 palavras. Clique na imagem abaixo para saber mais, e/ou nas poucas lições que traduzi. ^^
1) Introdução
2) Pronúncia
3) Sentenças básicas
4) Objeto direto, sentenças compostas
5) Adjetivos, advérbios
6) Preposições I: lon, kepeken e tawa
7) Preposições II
...faltam 11 XD
(e meu inglês é ruim, qualquer erro que virem, m'avisem que corrijo, mesmo que tarde ^^")
(The Silver Surfer)
"Em algum lugar, na profunda vastidão do espaço, uma incrível figura rasga o cosmo na velocidade da luz, viajando pelas estrelas como um cometa vivo, com a liberdade e abandono do próprio vento. Sem descanso, ele desliza no vazio, esquivando-se de meteoros, circulando asteróides, vagando de planeta em planeta, tendo galáxias inteiras como pontos de escala, e usando o próprio Universo infinito como sua estrada de peregrinações. Um ser que, por falta de um nome melhor, nós chamaremos de Surfista Prateado!" Foi assim que Stan Lee apresentou o arauto de Galactus ao mundo em 1966 (veja Galactus). Criada por Jack Kirby, a saga de Norrin Radd, o Surfista Prateado, começou quando seu planeta natal, Zenn-La, se viu ameaçado de ser consumido pelo poderoso devorador de mundos. Desesperado, Norrin foi até a nave do destruidor e, em troca da salvação do planeta, se ofereceu para ser o batedor estelar de Galactus, cujo propósito seria percorrer o cosmo em busca de mundos desabitados para saciar a fome de energia do semi-deus. Aceitando a sugestão de imediato, Galactus transformou o homem de Zenn-La num ser capaz de exercer tremenda força mental sobre a matéria e a energia - um ser dotado de poderes cósmicos, cujo corpo foi revestido com uma película prateada para suportar todos os rigores do vácuo espacial, e dotado de uma prancha, com a qual ele poderia percorrer todo o Universo. Muito tempo se passou até que, por fim, Galactus se aproximou da Terra. Louco de fome, ele tentou devorar o planeta, mas o Surfista não permitiu. Rebelando-se contra seu senhor, com a ajuda do Quarteto Fantástico, ele conseguiu expulsar o enorme ser da galáxia. Porém, como preço de sua rebeldia, Galactus criou uma barreira invisível ao redor do nosso mundo para torná-lo prisioneiro do planeta que decidiu defender. Hoje, separado de seu grande amor, Shalla Bal - que ele julga estar em Zenn-La, mas que foi trazida à Terra por Mefisto e aqui ainda se encontra sem que o Surfista saiba -, Norrin Radd vive sonhando com o dia em que as portas da liberdade lhe serão abertas para que seus pés possam, uma vez mais, tocar o solo de seu mundo (veja Mefisto e Shalla Bal).
Série de postagens para jogar na minha cara o quanto gasto e... fail. Esse mês o correio fez a festa dos pacotes :Þ
Postagem anterior: julho/2020




(Supremor)
Supremor ou Suprema Inteligência é um vasto computador cibernético/orgânico que vem governando o império extraterrestre kree por cerca de um milhão de anos. Situado em Kree-Lar, a capital dos domínios kree, Supremor é composto por um vasto computador que incorpora os cérebros dos maiores estadistas e filósofos da raça, preservados criogenicamente. A agregação dos cérebros produz uma única inteligência coletiva capaz de usar o vasto banco de informações e capacidades de processamento do computador de forma criativa. A Suprema Inteligência possui uma enorme tela monitora na qual é projetada eletronicamente a imagem de um rosto verde, de cujo crânio saem tentáculos. Ela possui uma rede de terminais e dispositivos de observação espalhados por toda a capital. A criatura é capaz de falar e agir através de certos poderes mentais, ampliados tecnologicamente. A cada cinco ciclos solares, a população do império elege um delegado para que este tenha o privilégio de se tomar parte da Suprema Inteligência, depois da morte física. Quando isso acontece, o cérebro do eleito é removido e recebe um tratamento especial para ser transferido ao supercomputador. Graças a essa continua adesão de novos cérebros, a personalidade de Supremor tem variado com o passar dos anos. A Suprema Inteligência foi originalmente desenvolvida pelo Conselho de Ciências Kree no Ano Kree de 4538 - cerca de 990.750 anos a.C. -, com o propósito de criar um Cubo Cósmico, instrumento de grande poder que a raça soube ter sido produzido por seus rivais, os skrulls. Quando Supremor foi ativado, porém, sua inteligência coletiva percebeu que tal objeto seria perigoso demais e se recusou a cumprir as ordens do Conselho. A princípio, usado apenas como fonte de sugestões, a Suprema Inteligência começou gradualmente a conquistar poderes políticos até que, por fim, foi eleita soberana de todo o império. O complexo agregado de cérebros permaneceu governando os krees até ser deposto pelo rebelde Ronan, mas não demorou para recuperar o trono (veja Ronan). Embora os krees não tenham o potencial genético para poderes psíquicos que os seres humanos tem, a Suprema Inteligência conta com certos poderes mentais. Ela pode projetar imagens e até cenários no inconsciente de outros seres humanos. Essa habilidade desafia a distância: Supremor já projetou informações de seu planeta natal até a Terra para o cérebro de algumas pessoas. O vasto computador pode também animar cibemeticamente andróides similares, em construção, aos Vigilantes (veja Vigilantes), embora tenham sido criados com rosto semelhante ao de Supremor. Idealizado por Stan Lee em 1967, atualmente sua principal preocupação é a de retirar sua raça da estagnação, pois os krees já atingiram o ponto máximo de sua escalada evolutiva.
"Mas, mushi, cadê as resenhas, cadê os textos legais do blog? Ultimamente ele só anda com texto feio e sem graça, fora que faz mil anos que você promete reformar a lataria da geladeira e nada acontece, feijoada"
Calma, pequeno/a padawan, me dê um tempo, tenha a santa pacência. Muita coisa tá sendo preparada, muita coisa tá sendo colocada na frente pra sumir de vez, então vai demorar um cadin pra alguns frutos aparecerem, mas todos seremos recompensados - se Deus quiser XD

