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Samurai de Prata

(The Silver Samurai)
Kenluchio é um mutante japonês, filho de um líder criminoso. Desde muito jovem ele começou a estudar os métodos de luta e código de honra da classe de guerreiros japoneses medievais, conhecidos como samurais. Dominando todas as disciplinas da arte de combate, Kenluchio começou a procurar emprego como samurai moderno. Após saldar um débito com o vilão Mandril, o jovem oriental, que já havia assumido o nome de Samurai de Prata, aliou-se à Madame Hidra e passou a servi-la, até que ambos foram derrotados pelo Homem-Aranha, Shang Chi, Nick Fury e Viúva-Negra (veja Madame Hidra, Homem-Aranha, Mestre do Kung Fu, Nick Fury e Viúva-Negra). Criado por Archie Goodwin em 1973, até o momento não se tem notícia de seu paradeiro.


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Tom Strong: Nos Confins do Mundo


(por um monte de gente e até Alan Moore)


Último número, o ponto sem retorno.. só que não: apesar desse ser o último número da série (e da participação de Alan Moore, seu criador), a Panini publicou mais um encadernado com o personagem além desse.

Bom, vamos às histórias: Michael Moorcock é um escritor famoso de fantasia, isso desde os anos 70, e seus personagens até chegaram a contracenar com Conan e até tiveram histórias próprias... e nunca li nada legal adaptado do trabalho dele e aqui se mantém a regra: a história em duas partes com piratas é bem truncada na execução e sem graça no geral. Na HQ seguinte, Joe Casey explica alguns bugs em Pneuman, a história é bem bonitinha, quase um Quarteto Fantástico do Byrne :P Steve Moore faz um conto que é um excelente cenário pra RPG one shot, mas também esquecível. Peter Hogan fecha o arco iniciado dois volumes atrás de forma limpa, otimista e bem escrita, talvez seja a melhor história aqui.

E, na edição final de Tom Strong, Alan Moore faz uma ligação com Promethea, sua outra personagem, justo no fim - do mundo, das séries e do universo ABC, ou algo assim. Pra quem está vivendo um período de crise como o nosso, é até reconfortante o apocalipse fofinho que o barbudo de Northampton preparou pra seus personagens... mas, como histórias, os finais das duas séries (e Um Dia, *talvez*, eu resenhe Promethea) ficam muito a dever pros seus personagens: aqui o autor se submeteu às suas crenças em vez contar uma boa história, assim como C.S. Lewis em Nárnia ou Phillip Pullman em His Dark Materials.


E tem outros pelo menos dois fatores além das crenças de Moore no fato dele ter largado a mão do personagem: ele estava dando tudo de si e bastante centrado em Promethea e... a ABC nasceu morta. Quando saiu da DC, ele prometeu nunca mais voltar à editora e, eventualmente, foi trabalhar pra Jim Lee, dono da Wildstorm. Nessa parceria, foi idealizado dentro da Wildstorm o selo ABC, com personagens do Moore (Tom Strong, Promethea, Liga Extraordinária, Top 10 etc) e talz.... mas antes do selo ser lançado, Lee vendeu a Wildstorm pra DC, sem que tio Alan soubesse. Quando soube, só não largou tudo porque ferraria a vida de vários artistas que ele contatara pra compor a linha de gibis, mas aposto que deve ter matado o gosto dele por aqueles personagens.



# Veredicto: Jim Lee merece morrer engasgado com os proprios bagos cortados.

# Bom: vale pra fechar a série e saber o que aconteceu com a mulher de gelo :P

# Mau: um fim bem apagado para um personagem tão solar.

164 páginas • R$25,90 • 2017 • veja no site da editora



Edições anteriores: 1) A Origem • 2) Terror na Terra Obscura • 3) Invasão • 4) Como surgiu Tom Stone • 5) A Terrível Vida Real de Tom Strong



Índice de resenhas e movimentações da minha estante:

...e estou vendendo parte da minha coleção, veja a lista aqui



Dicionário Marvel - índice: R

Página 156: Raio Negro
Página 157: RapinaRegistradorRei
Página 158:
Página 159: Rino
Página 160:
Página 161: Rick Jones
Página 162: Rocha LunarRocket Racer
Página 163: Rom
Página 164: Ronan, o Acusador
Página 165: Roxanne SimpsonRupert Dockery


Índice: ABCDEFGHIJKLMNOPQSobre esse projeto



Mushi de ponta cabeça - parte doze

Trívia: duvido que eu vá terminar essa série antes da viagem ter completado dez anos :P

...mas demorarei mais ainda se ficar lamentando ò_ó

(e espero que ainda tenha mundo quando acabar de relatar =_=')





sei lá porque tirei essa foto, mas segundo o mapa é quase que meio caminho entre os templos :P



Do Santuário de Yasaka fomos andando até o Kiyomizu-dera, templo budista a um quilômetro dali (em linha reta). Pelos mapas e na própria vista se tem a impressão que ele se encontra nas bordas da cidade, junto à um conjunto de montanhas.
Mas para chegar até lá, tivemos de andar um cadinho, nos enfiamos em ruelas apertadas (em algum momento elas me lembraram as de Olinda, que também são bem estreitas e sabe-se lá Deus como cabe o carnaval lá)




E chegamos num ladeirão pra cima, tão apertado quanto as anteriores, mas em que praticamente todas as casas tinham um pequeno comércio na frente, vendendo de tudo. Inclusive, não resisti e acabei comprando um sorvete no estilo daqueles do McDonalds, de creme e chocolate, mas aqui era de creme e chá verde (não me julguem, além da curiosidade de turista, eu ainda tava com lombrigas. Apesar do almoço ter sido bom, eu fiquei pensando em comida enquanto o Minase não chegava (até pensei em arriscar um McChicken ou Big Mac :P)




Acima: ladeira. Abaixo: o trajeto que fizemos entre os templos



Mas já tava na cara para mim que que reservar um dia só para visitar Kyoto foi um erro crasso: a cidade foi capital do Japão por mais de um milênio, então ela é apinhada de templos, costumes e construções históricas.
Óbvio que em um dia nem arranhei o que a cidade tem a mostrar^^
Bom, algum dia corrijo isso, se Deus quiser. E logo chegamos no templo, e a partir daqui, mais vou mostrar que falar, ok? :) O lugar tava cheio, era lindo, grande e o dia era curto.




Minase, meu anfitrião e guia em Kyoto e Osaka


a cidade lá em baixo








entrada pro maior templo do conjunto










vistas de lá de dentro


aqui é já na saída










o templo visto de fora (clique na imagem para ampliar)


a Torre de Kyoto


não existe foto bonita minha....




dando a volta por baixo pra sair do templo


e o trajeto que fizemos lá dentro ^^







E por ora é só, e enquanto eu estava na cidade, veio a notícia da morte de Osabam bin Kaden. Já tinha tido aqueles dias terremoto, casamento de princesa.... de repente veio um medinho de voltar de avião pro Brasil... :P

Europa 2012
antes de tudo (I)antes de tudo (II) e dali eu passei X)Finalmente em Berlim, mas... vamos falar do metrô? -_-'Berlin, AlexanderplatzIntervalinhocontroladamente perdido.até a Ilha dos Museus (e não entrar lá :P)Back in the DDREntre a ilha e o portão

Japão 2011
Antes: sRViajo ou não viajo pro Japão?Prova do crimePreparação de viagem0
29/04: 1230/04: 345Sobre namorar japonesas no Japão...
01/05: 66 tão esperando ainda?789de ponta cabeça.... mesmo? A verdade revelada!!
02/05: 1010½1112


Também viajei mas não falei muito ainda: Peru 2014Europa 2015Chile e Argentina 2017

2020/04/03 20:23 · mushisama · 0 Comentários



Rupert Dockery

(Rupert Dockery)
Rupert Dockery era o astuto diretor do jornal Correio de Los Angeles que vivia preparando certos crimes para serem noticiados pelos seus jornalistas e, dessa forma, sempre conseguir furos de reportagem. Tomando conhecimento das atividades da Mulher-Aranha em sua cidade, Dockery decidiu explorar a figura da heroína contratando foras-da-lei para realizar certos assaltos e serem presos por ela - onde sempre havia um de seus fotógrafos para documentar o fato. Usando um supervilão chamado Executor para transformar a Mulher-Aranha numa marginal aos olhos do público, seus planos maquiavélicos acabaram sendo descobertos pela heroína e por um policial, o Capitão Walsh, que o obrigaram a desaparecer da cidade caso não quisesse ser preso. Voando para Nova Iorque, Rupert acabou contratado pelo Globo Diário, e já tem dado demonstrações de que não terá nenhum escrúpulo para elevar as vendas do referido periódico.


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Roxanne Simpson

(Roxanne Simpson)
Filha de Crash Simpson, o homem que cuidou de Johnny Blaze após a morte de seu pai, Roxanne se afeiçoou a Blaze desde que ambos eram garotos (veja Crash Simpson e Motoqueiro Fantasma). Vítimas de uma série de desencontros amorosos, os dois já estiveram para se separar uma série de vezes, fato que nunca ocorreu realmente. Depois de ter se rebelado contra Satã e romper o pacto que havia feito com ele - pacto que o transformou no Motoqueiro Fantasma -, Johnny foi constantemente perseguido pelo Demônio, que buscava a todo custo se apoderar de sua alma. Contudo, graças ao amor puro de Roxanne Simpson - seu maior escudo protetor -, até hoje Blaze conseguiu se safar de todas as armadilhas que o Rei do Mal lhe preparou. Rocky, como é chamada carinhosamente, foi criada por Gary Friedrich e Roy Thomas em 1972.


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Tom Strong: A Terrível Vida Real de Tom Strong


(por um monte de gente menos Alan Moore)


Uma edição só de escritores convidados. A primeira história, de Mark Schultz, é meio aérea, tenta emular o Moore e faltou gás. Depois tem uma bem onírica de Steve Aylett que seria muito boa se fosse bem executada. Brian K. Vaughan não decepciona e faz a primeira HQ que gostei no gibi, dando atenção pra Pneuman e despejando alguma erudição nos diálogos :P

("gostar" não significa falar que é ótima, entendido?)

E a edição termina em muito bom nível com uma história em duas partes que dá título à coletânea. Ed Brubaker nos mostra que a vida de Tom Strong é na verdade a fantasia de um operário numa realidade bem merda, tipo a nossa - trama que bebe muito e referencia a origem do Miracleman, também do Moore. Tem umas coisas interessantes nela, em segundo plano, tipo a mentira se adaptar aos fatos novos pra virar verdade (depois que o "monstro acordou"), e quero acreditar em Strong, mas o argumento que ele usou pra resolver a história é bem falho ou a gente que tá bem na merda mesmo....



# Veredicto: começa morno, mas melhora.

# Bom: algumas boas idéias acontecem aqui, outras são boas execuções de velhas idéias.

# Mau: não é Moore e algumas abordagems sequer emulam direito o personagem, outras só se aproximam sem alcançar planamente. Mesmo a melhor história, na sua parte "real", cai um tanto nesse defeito.

140 páginas • R$21,90 • 2017 • veja no site da editora



Edições anteriores: 1) A Origem • 2) Terror na Terra Obscura • 3) Invasão • 4) Como surgiu Tom Stone



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Ronan, o Acusador

(Ronan, The Accuser)
Ronan nasceu em uma das principais famílias da aristocracia kree, no planeta Hala (veja Krees). Essas famílias descendem a raça original kree, de pele azulada, que tradicionalmente possui um status sócio-econômico mais elevado do que os krees de pele rosada - resultado do acasalamento com humanóides de outros planetas pertencentes ao seu império. Os krees rosados são desprezados pelos azuis, que os consideram seres inferiores pela sua miscigenação com outros alienígenas. Graças a sua posição social, Ronan foi imediatamente admitido no meio dos Acusadores assim que completou sua educação. Os Acusadores são um corpo de elite dos oficiais do governo, totalmente composto por seres azuis. cuja função e executar a justiça em todo o império. Eles processam, julgam. sentenciam e executam todos os krees de classe inferior acusados de algum crime. Ronan teve uma rápida ascensão no corpo de Acusadores por sua bravura e habilidade de capturar traidores e extinguir círculos de rebeldes. Por fim, como resultado de seu grande sucesso na liderança de uma frota de naves guerreiras contra os Skrulls, ele foi promovido por Supremor ou Suprema Inteligência ao posto de Supremo Acusador Público (veja Skrulls e Supremor). Nessa função, a terceira em importância no império, o kree passou a ser chamado apenas de Ronan, o Acusador. Como Supremo Acusador Público, Ronan só executou missões pessoalmente quando estas eram de muita importância para o império. Uma dessas missões foi viajar à Terra para punir o Quarteto Fantástico por ter invalidado um Vigilante kree, feito que poucos poderiam realizar (veja Vigilantes e Quarteto Fantástico). O supergrupo, porém, venceu Ronan, e Supremor culpou-o seriamente pelo fracasso. Determinado a vingar sua derrota, o Acusador ficou irritado quando soube que o regente kree havia decidido colocar a Terra sob a observação ao invés de ataca-la como represália pela atitude do Quarteto. Há muito tempo, Ronan vinha discordando da política liberal de Supremor com relação a união de krees azuis com rosados, ou mesmo de seu cruzamento com seres de outras raças. Sendo um aristocrata, o Acusador também discordava que o império fosse regido por uma entidade não-humanóide como Supremor. Dessa forma, quando Zarek, o Ministro Imperial - outro kree azul, que partilhava das opiniões de Ronan - propôs que fosse formada uma conspiração para depor o monarca, o Acusador aceitou imediatamente. Supremor soube da conspiração e mandou aprisionar os dois agitadores. Ronan, porém, contava com o apoio de toda a elite dos Acusadores, da aristocracia e boa parte das Forças Armadas. Ele, não tardou a ser libertado da prisão, quando matou os guardas de Supremor e assumiu o comando do império. Pouco tempo depois eclodiu uma guerra contra os Skrulls, durante a qual o cativo, mas não indefeso Supremor, pôs em ação seu vasto poder mental para ativar as capacidades latentes do jovem Rick Jones (veja Rick Jones). Jones usou essas capacidades para paralisar Ronan e seus aliados, e a Suprema Inteligência assumiu o trono novamente. Supremor colocou o Acusador sob seu controle mental e o utilizou em mal-sucedidos combates contra o Capitão Marvel (veja Capitão Marvel). A vontade de Ronan, extremamente forte, resistia continuamente ao controle da Suprema Inteligência, até que sua mente acabou sendo danificada e ele ficou insano. Supremor, necessitando de aliados poderosos, restaurou a sanidade do Acusador e os dois formaram uma aliança. Depois disso, Ronan veio para a Terra, onde combateu Miss Marvel e o Capitão Marvel, sendo derrotado em ambas as ocasiões. O Acusador foi criado por Stan Lee em 1967.


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Tom Strong: Como surgiu Tom Stone


(de Alan Moore, Chris Sprouse e outros)


O gibi começa diferente, em que uma misteriosa personagem reconta sua vida e de seu mundo pra Tom Strong...

E temos uma história de realidade alternativa, com arte de Jerry Ordway, em que nasce Tom Stone em vez de Strong e - não vou dar muitos spoilers - cria um mundo melhor que o de Strong, quase que uma utopia. E, como toda utopia ficcional, decai por causa de paixões humanas.

O jogo de realidade alternativa é bem conhecido (e Moore fez duas excelentes com o Super-Homem que tem ecos baixinhos aqui e ali nessa história), mas nem sempre você vê feito com qualidade :P Alguns fatos são bobos, mas cabem no personagem/clima da série, mas tem algumas saídas bem engenhosas, tipo como aquela realidade criou uma divergência e como foi desfeito (dado um distanciamento, foi uma solução elegante), assim como foi descoberta, em 2D (digamos:P) uma traição.

A outra metade do volume são histórias do Tom Strong SEM o Alan Moore escrevendo: uma viagem à Lua (por Peter Hogan), em que a história é ok, mas requenta o fato do Strong ser um garanhão involuntário :P. A seguinte também é com roteiro com Hogan, usando como gancho uma antiga namorada do herói (a mesma que aparece no primeiro arco da revista) e parece interessante - diria que a melhor dessa metade do gibi - mas termina deixando gancho pra outra edição. Por fim, uma do Geoff Johns, bem qualquer nota, sobre "o maior fã do Tom Strong", com uma "moral" bem duvidosa :P



# Veredicto: boa revista, mas só uma história de autores substitutos salva.

# Bom: a primeira história, claro, é muito boa, não a melhor, mas certamente fica alto no ranking do personagem. E por mais que eu goste da arte do Chris Sprouse, Jerry Ordway casou perfeitamente com o personagem (e isso era óbvio :D)

# Mau: como falei, a realidade alternativa tem algumas soluções bobas e sua queda tem um clichezão. Já as histórias seguintes, não tem o mesmo brilho e os autores parecem não ter pego direito o jeito do personagem/cenário.

164 páginas • R$24,90 • 2016 • veja no site da editora



Edições anteriores: 1) A Origem • 2) Terror na Terra Obscura • 3) Invasão



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Rom

(Rom)
Rom nasceu cerca de duzentos anos terrestres atrás, no planeta Gálador, lar de uma pacifica civilização no auge da prosperidade. Sendo a guerra algo praticamente esquecido, a frota de naves galadorianas viajava pela galáxia para compartilhar sua tecnologia e princípios de vida com outras civilizações. Embora os galadorianos sempre fossem bem-vindos em todas as partes, quando penetrarem na Nebulosa Negra pela primeira vez, eles se viram emboscados por uma armada de Espectros - uma civilização hostil de feiticeiros capazes de alterar suas formas físicas. Os Espectros intensificaram seu ataque invocando o auxílio do monstro Asas da Morte, um demônio alado capaz de consumir espaçonaves inteiras, deixando seus ocupantes carbonizados. No final do ataque, toda a frota galadoriana foi destruída. O Primeiro Diretor de Gálador, tomando conhecimento da tragédia, pediu ao povo voluntários para sacrificar seus corpos humanos através de uma transformação cirúrgica para se tornarem cavaleiros cibernéticos, adaptados para os rigores da permanência no espaço. Rom, o primeiro de milhões de voluntários, foi um dos escolhidos para sofrer o processo. Ele passou por uma delicada cirurgia na qual todos os seus impulsos nervosos foram impressos geneticamente em uma armadura metálica. Quando a operação terminou, os planos para a batalha foram estabelecidos. Sem perda de tempo, os Cavaleiros Espaciais partiram munidos de armas poderosíssimas, desenhadas especialmente para se adaptar à força de cada um deles. Quando o confronto teve lugar, os gladiadores de Gálador destruíram o segmento principal da frota dos Espectros, bem como a criatura Asas da Morte. Rom destacou-se por sua bravura e foi considerado herói. Um grande número de Espectros havia escapado do combate, e verdadeiras colônias se formaram em outras partes do universo. Rom declarou a seus companheiros e ao Primeiro Diretor que a ameaça das criaturas não poderia ser considerada eliminada até que a última delas fosse caçada e enviada para o Limbo (os galadorianos preferem banir seus inimigos para o Limbo a causar suas mortes). Rom e os cavaleiros remanescentes deixaram Gálador para percorrer o universo a procura de Espectros. Quando um sondador galadoriano detectou uma grande concentração de Espectros na Terra, onde as criaturas haviam assumido a forma de seres humanos, Rom se ofereceu para ir até o planeta e enfrentar os inimigos sozinho, pois a presença da armada de seu planeta causaria panico aos terrestres. Mentus, soberano de Gálador, concordou com a proposta do herói cibernético e o enviou na perigosa missão. Chegando à Terra, Rom não tardou a conquistar amigos como Brandy Clark e Steve Jackson, que se ofereceram para ajudá-lo em sua difícil tarefa (veja Brandy Clark e Steve Jackson). Criado por Bill Mantlo em 1979, o Cavaleiro Espacial possui força sobre-humana, capacidade de voar, de sobreviver no espaço, e invulnerabilidade. Rom se utiliza de duas armas para combater seus inimigos alienígenas: o Analisador de Energia, que emite um raio de ultra-alta freqüência, capaz de identificar qualquer Espectro seja qual for seu disfarce, e o Neutralizador, um instrumento que projeta raios que podem abrir pequenas brechas interdimensionais para o reino do Limbo. Ele utiliza essa arma diretamente sobre os Espectros, já que estes são incapazes de sair do Limbo por conta própria.


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Tom Strong: Invasão


(de Alan Moore e Chris Sprouse)


As duas primeiras histórias tem retomadas de personagens: na primeira, Tesla reencontra personagem de anterior e começa um relacionamento mais quente (e temos um pai enciumado :P).

A outra é a que batiza esta edição é a volta de personagens do "velho oeste" e consumação de um perigo que estava implícito naquela história: é uma aventura espacial legal, com resgate, explosões, humor e talz... mas por outro lado tem um monte de personagem que só tá fazendo número :P Tom Strong é tão bom em estratégia quanto em segurar a filha adolescente.

Mas ao menos a política dele de negociar em vez de impor uma vitória gera aliados convenientes =p

A edição segue com mais algumas histórias mais curtas: uma besta com uma comunidade de feministas radicais (e, pra mim, o traço do Chaykin cai como uma luva, não sei porquê), outra escrita pela filha do Moore, Leah, narrando o fim do nêmesis de Tom, o Saveen (a história é até legal, lembra os contos curtos de terror/guerra da DC dos anos 70) e, a última, contra um estranho colecionador de gibis (e, de novo, Strong deixa seus aliados matarem alguém e até faz piada com uma capa no estilo da EC)



# Veredicto: melhor que a anterior, aquém da primeira :P

# Bom: o personagem funciona melhor com histórias longas e sem Moore se ancorar em fazer tantas homenagens à HQs antigas. E curto muito os Strongman da América.

# Mau: ...mas as piadas dos gêmeos já cansaram :P De resto, reclamo do personagem ter parado de explorado os limites do seu tipo de narrativa e estar se acomodando em terreno já trilhado, por ele e por outros.

148 páginas • R$23,90 • 2016 • veja no site da editora



P.S.: achei uma "resenha" minha dos gibis do personagem publicados em 2008 pela Devir X)


Edições anteriores: 1) A Origem • 2) Terror na Terra Obscura


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Rocket Racer

(Rocket Racer)
Criado em 1977 por Marv Wolfman, Rocket Racer é um criminoso negro que, utilizando um uniforme especial e locomovendo-se através de skates propelidos a jato, é capaz de correr a velocidades espantosas. Pequenos foguetes em suas luvas permitem que ele golpeie os oponentes com um soco de impacto devastador. Em sua primeira aparição, ele se defrontou com o Homem-Aranha e acabou vergonhosamente derrotado. Até o momento não se tem mais notícias do criminoso.


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Rocha Lunar

(The Moonstone)
Byron Bectron foi contratado por um colecionador para roubar uma rocha lunar em exposição no museu de uma universidade. Assim que se apoderou da pedra, ele percebeu que esta começou a brilhar em suas mãos, mas, neste momento, o local foi invadido por policiais que o pegaram em flagrante. Resistindo prisão, Byron atacou os guardas, e um deles disparou um tiro que acertou na rocha em sua mão. A pedra absorveu a bala e, no instante seguinte, desapareceu, tornando sua mão invisível e capaz de disparar rajadas de energia. Fascinado com o poder que havia adquirido, ele confeccionou um uniforme especial e assumiu o nome de Rocha Lunar, dando origem a uma promissora carreira de crimes. Contratado por Quentin Harderman para fazer parte do Comitê pela Defesa dos Princípios Humanos - uma organização criada para difamar o Capitão América (veja Quentin Harderman) -, ele acabou finalmente derrotado pelo grande defensor da liberdade. A dra. Karla Sofen, uma aluna do vilão conhecido como Dr. Faustus (veja Dr. Faustus) e renomada psiquiatra, foi designada, por diretores de um presídio, para dar uma solução ao caso de Byron Bectron, que estava custando uma fortuna para o presídio na manutenção de uma cela especial capaz de neutralizar seus poderes. Usando gás alucinógeno, ela fez Bectron acreditar que era um monstro e rejeitar a pedra da Lua que lhe conferia poderes. Quando Karla tocou na rocha alienígena, ela a absorveu em sua mão e obteve todas as capacidades que pertenciam a Byron. Enquanto a nova Rocha Lunar trabalhava para a Corporação, sua identidade foi descoberta e ela acabou capturada (veja Corporação). O primeiro Rocha Lunar foi criado por Mike Friedrich em 1973, enquanto Karla Sofen foi criação de Roger Stern em 1979.


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Tom Strong: Terror na Terra Obscura


(de Alan Moore e Chris Sprouse)


Segundo encadernado de Tom Strong, começa com uma aventura no velho oeste que no fim é alienígena (gostei), seguido de uma meio bestinha com as crianças da série e professores retrógrados (me lembrou vagamente um episódio de Caverna do Dragão, "A Cidade à Margem da Meia-Noite"). Tesla Strong, a filha dele, tem uma história vulcânica; Tom Strong volta numa aventura curta, com capa legal (imita os álbuns de Tintim), mas que soa requentamento de duas histórias do próprio personagem (ela lembra muito a dos Astecas e a do Homem Modular).

Continuando a profusão de histórias curtas, Dhalua (a esposa de Tom) conta uma história de seu passado, com traços místicos, e Tesla conta um confronto com uma vilã - o plot-twist no fim é divertido :). Tom conta uma esquisita história de seu passado, em que visitou a terra dos mortos. Por fim, ufa, Tom Strong visita uma terra alternativa de desenhos animados, depois Tesla tenta fazer o mesmo e dá ruim.

Ao fim desse bloco de várias historinhas, temos a história maior que dá nome ao encadernado: o equivalente de Tom de uma terra paralela vem pedir ajuda para salvar seu próprio mundo. Apesar de bem contada, é bem normalzinha demais para um personagem que começou chutando os roteiros óbvios. Mas é digno de nota que Alan Moore resgata do limbo uma série de super-heróis da Nedor, editora dos anos 40, que estão em domínio público faz tempo (inclusive, o nome do selo que publicava Tom Strong nos EUA, America Best Comics, é homenagem à uma das revistas da editora) e que aqui Tom nem se move pra impedir um colega em matar alguém que ele não mataria.

Acabou? Não! Tem mais histórias: uma em várias partes com personagens de tempos e dimensões diferentes, bem no estilo das antigas do Capitão Marvel/Shazam, seguida de uma humorística em que a família viaja para o espaço, imitando o humor inicial da Mad. Tem lá sua graça, mas Moore já tinha feito bastante uso desse recurso de imitar HQs antigas em Supreme, não precisa voltar a fazer isso :P Ainda nessa vibe "viagem espacial", temos outra que me pareceu um episódio requentado da série original de Star Trek. Por fim, finalmente, uma história de resgate num futuro distante.



# Veredicto: digno, mas aquém do primeiro volume

# Bom: a HQ no velho oeste é digna de estar no volume anterior, e tem a HQ propaganda de uma página só, 'divirta-se com quadrinhos!" que vale mais que várias nessa edição =P

# Mau: Moore se repetindo e pouco inspirado. É ainda melhor que muito autor, mas ninguém pode ter expectativas baixas com o barbudo.

196 páginas • R$27,90 • 2016 • veja no site da editora





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Rick Jones

(Rick Jones)
Apesar de bastante jovem, Rick Jones tem vivido uma vida tremendamente movimentada desde que conseguiu burlar a segurança da Base Gama para ficar sozinho com sua gaita de boca, tocando num lugar onde ele acreditava que não seria molestado. Como consequência de seu ato, o dr. Bruce Banner - um famoso físico nuclear que estava prestes a conduzir um teste com radiação gama na área em que se encontrava o rapaz - pediu a um de seus colegas, que na verdade era um espião, para interromper a contagem regressiva para o experimento até que o invasor fosse retirado do local. O espião, contudo, deixou que o teste tivesse inicio. Desesperado para salvar o jovem, o dr. Banner jogou-o em uma trincheira e recebeu uma tremenda dose de raios gama, fator que alterou toda a sua estrutura celular, transformando-o no incrível Hulk (veja Hulk). Sentindo-se culpado pelo que havia causado, Jones passou a seguir o monstro aonde quer que este fosse, sempre defendendo-o perante os outros e fazendo o possível para ajudá-lo. Quando, no inicio dos Vingadores, o gigante verde se aliou ao grupo (veja Vingadores), Rick se juntou à equipe também e passou a ser amigo de todos os super-heróis. Nessa época, ele criou a Brigada Juvenil, um grupo de rapazes espalhados em diversas partes do mundo que, comunicando-se através de radiotransmissores, auxiliaram muito os Vingadores em inúmeras missões. Mais tarde, quando o mundo ficou sabendo que Banner e Hulk eram a mesma pessoa, Rick foi obrigado a separar-se do monstro, indo agir como parceiro do Capitão América sob a identidade de um segundo Bucky (veja Bucky). A dupla, contudo, não deu certo. O Capitão Marvel, que na época se achava preso na Zona Negativa (veja Capitão Marvel), fez aparecer uma forma cintilante semelhante ao Capitão América para o rapaz. Quando este seguiu o "fantasma" até o interior de uma caverna, encontrou dois braceletes dourados deixados pela figura luminosa, que havia sumido. O jovem, instintivamente, colocou-os nos pulsos e sentiu algo impelindo-o a juntar os braceletes. Quando fez isso, Jones trocou de átomos com o Capitão Marvel, livrando o herói temporariamente da Zona Negativa. Durante vários meses, Rick viveu cedendo seu lugar na Terra, por um período de três horas, ao super-herói kree, até que Marvel, por fim, conseguiu se libertar da dimensão negra e voltar para a Terra. Com isso, Rick Jones se viu livre da obrigação de ter que passar horas amargas na Zona Negativa, enquanto o Capitão estava na Terra, e pôde dedicar mais tempo à sua promissora carreira de cantor, tutelado pelo empresário Mordecai Boggs (veja Mordecai Boggs). Criado por Stan Lee em 1962, atualmente Rick organizou uma nova Brigada Juvenil e, sempre que preciso, não deixa de auxiliar nenhum de seus superamigos.


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start.txt · Última modificação: 2022/06/17 18:30 por mushisama