(Peggy Carter)
Peggy Carter foi o primeiro grande amor na vida do Capitão América (veja Capitão América). Criada por Stan Lee em 1966, ela e o maior defensor da liberdade se conheceram na época da Segunda Guerra Mundial, quando ambos enfrentavam as forças do nazismo, e a jovem era conhecida pelo cognome de Agente 13. Apaixonados desde o primeiro encontro, os dois pretendiam se casar logo após o término do conflito global, mas o destino decidiu dar um rumo diferente as suas vidas. No final da guerra, Peggy foi colhida pelo impacto de uma bomba e mergulhou num profundo estado de amnésia. Quando foi levada para casa por amigos da família que a encontraram, ela só repetia o nome do Capitão América, até que, em 1945, o grande herói foi dado como morto após o acidente que provocou a morte de Bucky e o colocou em estado de animação suspensa (veja Capitão América e Bucky). Quando lhe contaram o trágico destino de seu amado, Peggy Carter parou de falar e passou a se vestir só com roupas pretas. Dez anos depois, os jornais publicaram uma reportagem que abalou o mundo, o Capitão estava vivo. O estado mental de Peggy em muito delicado e seus pais resolveram não lhe dar a notícia, o que foi muito bom pois, mais tarde, todos ficaram sabendo que era uma outra pessoa fazendo-se passar pelo herói. Anos mais tarde, quando o famoso detonam da liberdade foi realmente encontrado pelos Vingadores, ele ingressou na organização de contra-espionagem SHIELD e conheceu a irmã de Peggy, Sharon Carter - também denominada Agente 13 -, e ambos se apaixonaram (veja Sharon Carter). Nesse ínterim, já idosa, Peggy foi levada por seus pais ate um médico que prometeu cura-la. O que ninguém sabia e que esse medico era o terrível vilão Dr. Faustus, e que seu verdadeiro objetivo era conseguir fazer com que a irmã de Sharon lhe revelasse as fraquezas do Capitão para, dessa forma, ele poder destrui-lo (veia Dr. Faustus. Despertada da amnésia pelo choque de ter visto seu grande amor vivo. Peggy ajudou o herói a derrotar os inimigos e voltou a casa dos pais com ele. Durante vários meses ela viveu na ilusão de que poderia restabelecer seu romance com o Capitão, não imaginando que este e sua irmã já namoravam há bastante tempo. Por fim, não suportando mais a situação constrangedora, o Capitão América contou a ex-Agente 13 que amava outra mulher e ela acabou compreendendo que um amor entre os dois era impossível.

(Pavane)
Criada por Doug Moench em 1975, Pavane é uma linda loira, extremamente hábil no manejo de um chicote, que, além de ser amante do vilão Carlton Velcro (veja Velcro), cuidava pessoalmente do extermínio de todo e qualquer intruso que representasse uma ameaça aos planos de conquista do criminoso. Quando o golfo em que ambos viviam foi invadido pelo Mestre do Kung Fu e seus companheiros, Pavane, foi dominada por Shang Chi e entregue às autoridades. Até o momento, não se tem notícias sobre a jovem.
• Beasts of Burden - Rituais Animais (de Evan Dorkin e Jill Thompson): Nessa demanda de, em 2019 em diante, tentar ler tanto quanto consumo (e tentar virar o jogo, a pilha de leitura dá pra umas 3 encarnações de tartaruga gigante de galápagos), Beasts of Burden foi uma das primeiras e das melhores leituras do ano: em Burden Hill, coisas estranhas estão acontecendo e um grupo de cães (e um gato) saem para investigar e resolver os problemas em diversas histórias curtas. Alguns dos comentários abaixo são afetados pela grande distância entre minha leitura e eu tomar coragem vergonha na cara para fazer uma resenha:
• logo no primeiro conto, Abandono, temos os traços característicos da série: mistério, terror (é uma história de fantasmas... de uma casinha de cachorro assombrada) e humor (óbvio que o gato do grupo sofre :P). Também aparece um dos Cães Sábios, que aparecem de quando em quando e são os protagonistas do próximo volume.
• existem humanos nesse mundo e aparecem em Nada Familiar. Nessa história curta, as vilãs são bruxas, que conjuram seres maléficos e tem gatos pretos de estimação.
• Não Se Deve Profanar O Sono Dos Cães começa com um cadáver de cachorro, temos cães zumbis e uma sobrevivente do episódio anterior. Se você quer uma revistinha só histórias fofinhas com bichos, é esse o ponto em que você desiste do gibi (azar o teu :P)
• das histórias tristes do volume: Um Cachorro e Seu Menino. Contém: humanos, ou algo assim.
• chuva de sapos, um tipo bizarro de demônio e anúncio de encrencas futuras estão em Aglomeração Tempestuosa.
• com filhotinhos, Perdido é uma das histórias mais tristes e assustadoras que já li, um dos pontos altos do livro.
• No Templo das Tentações Felinas o foco, evidente, é com os gatos da turma. Aventura nos esgotos subterrâneos da cidade, espaço onde não cabem cães, e seus moradores, que tem probleminhas com gatos.
• e o volume encerra em Acontecimentos Fúnebres, com uma batalha e insinuações de que algo maior virá...
# Veredicto: Assim que saiu comprei o novo volume com mais histórias desse universo e já aguardo o terceiro pra 2020 :P Até lá, tá valendo a leitura. Ainda mais, no meio de tanto cachorro, tem um gato laranja =)
# Bom: o roteiro que sabe ser divertido, assustador e triste nas horas certas, com um cast animal cativante, tudo feito no traço da Jill Thompson, que combina perfeitamente. E o formato "histórias soltas se encadeando num conjunto maior" funciona bem aqui.
# Mau: o preço. As histórias são boas, mas o gibi podia ser mais simprão e mais em conta que seria justo =P
188 páginas • R$69,00 • 2017 • veja no site da editora

• Beasts of Burden - Cães Sábios e Homens Nefastos (de Evan Dorkin e Benjamin Dewey): Eu falo que esse é um segundo volume de Beasts of Burden, mas na verdade é um spin-off: uma longa aventura com os "Cães Sábios", que apareceram ajudando os personagens da série normal. Li bem mais recentemente que o anteior e aqui temos algum desenvolvimento de background, também saímos mais do mundo de eventos e seres normais, mas quase tudo o que acontece na história é fora de Burden Hill e, numa primeira vista, não diretamente ligado ao que acontece lá.

• O Perfuraneve (de Jean-Marc Rochette, Jacques Lob e Benjamin Legrand): Por algum motivo a terra congelou e a humanidade acabou, só restando um enorme, sempre em movimento. O livro é composto de três histórias:


(Paul Destine)
Paul Destino era um americano que descobriu o Capacete do Poder na Antártica, e, para testar as capacidades do elmo, destruiu a civilização atlante sob aquele continente, provocando a morte da princesa Fen, mãe do Príncipe Submarino (veja Namor). Destino também foi responsável pelo período de amnésia vivido por Namor, quando este vagou por Nova Iorque como um vagabundo, até ser descoberto por Johnny Storm, o Tocha Humana (veja Tocha Humana). Procurando o vilão e localizando-o sob o disfarce de um político - Destino pretendia escravizar toda a população dos Estados Unidos -, o Príncipe Submarino combateu-o até que, no final, o vilão, que fora criado por Roy Thomas em 1967, perdeu a vida.
(Thunderbird)
John Proudstar nasceu na reserva apache de Camp Verde, Arizona. Durante sua infância e adolescência, ele sempre se mostrou um atleta excepcionalmente forte e vigoroso. Sua força mutante sobre-humana manifestou-se pela primeira vez quando, aos 20 anos, conseguiu lutar e derrotar um bisão para salvar uma criança em perigo. Esse feito concedeu-lhe fama entre os habitantes de sua tribo na reserva, mas a verdadeira natureza de suas habilidades permaneceu obscura até que Charles Xavier o descobriu (veja Charles Xavier). Utilizando CÉREBRO, seu computador localizador de mutantes, Xavier encontrou Proudstar e implorou que ele o ajudasse a resgatar os X-Men originais de uma terrível ameaça na ilha Krakoa. Essa missão de resgate uniu John a seis outros mutantes contactados pelo Professor X, fato que deu origem aos Novos X-Men. Xavier concedeu então ao jovem índio o cognome de Pássaro Trovejante. Contudo, ele não teve vida longa, vindo a falecer na missão seguinte executada pelos X-Men. A equipe mutante havia sido enviada ao Colorado para combater o Conde Nefária (veja Conde Nefária). Assim que o supergrupo conseguiu arruinar seus planos, o vilão tentou escapar numa pequena aeronave. Pássaro Trovejante conseguiu agarrar-se ao aparelho quando este decolou e, louco por vingança, atravessou a cabine, provocando um incêndio que o matou. Criado por Len Wein e Dave Cockrum em 1975, John possuía superforça e uma incrível capacidade de resistência, era capaz de erguer até duas toneladas e correr a uma velocidade de até cinquenta quilômetros por hora.
Com monte de resenhas atrasadas, decidi por em dia comentários sobre Astro City, que estou lendo tudo em ordem na medida que tenho tempo :P
E como ainda tenho alguns volumes para ler, vou deixar aqui um índice das resenhas anteriores da série:
• Vida na Cidade Grande
• Confissão
• Álbum de Família
(o título desse post não deve caber no twitter....)

• Astro City: O Anjo Maculado (de Kurt Busiek e Brent Anderson): Minha última releitura (já tinha lido edição de outra editora) antes de entrar em terrenos desconhecidos de Astro City. Mas faz tanto tempo que mal me lembro dos detalhes. Na primeira história somos apresentados à Carl Donewicz, morador de bairro pobre, que na vida rumou ao crime, virou supervilão (porque em Astro City isso é possível) e acabou 20 anos preso. Agora, fora da cadeia quer recomeçar a vida, longe de encrencas.

• Astro City: Heróis Locais (de Kurt Busiek e Brent Anderson): Mais um volume de histórias curtas passadas em Astro City, nos moldes de Vida na Cidade Grande e Álbum de Família:

• Astro City: A Era das Trevas 1 - Irmãos & Outros Estranhos (de Kurt Busiek e Brent Anderson): E aqui começamos o maior arco de histórias já feitos em AC: esse volume se passa nos anos 70 do século passado, centrado em dois irmão, sendo que um se tornou policial e o outro foi pra malandragem e pequenos furtos. Aquele tenta se manter honesto, e às vezes tem de lidar com super-heróis dificultando seu trabalho na polícia, este tem como princípio não matar, mesmo se envolvendo em gangues controladas por supercriminososos. Paralelo a isso temos a tensão do fim da guerra do Vietnã e do governo Nixon, além do julgamento de um grandes heróis daquela cidade, além do desenvolvimento (acompanhados meio à distância) de vários outros personagens, vários já apresentados nos volumes anteriores.

• Astro City: A Era das Trevas 2 - Irmãos em Armas (de Kurt Busiek e Brent Anderson): Estamos nos anos 80 e nossos personagens em vez de estarem na margem do super-heroísmo, se jogaram nas fronteiras internas dele: o policial vira agente de uma super-agência governamental (nos moldes da Shield) e o malandro se infiltra numa super-organização terrorista de gibi, tudo para caçarem pelo mundo o homem que matou seus pais.

• Um Vento À Porta (de Madeleine L'Engle): Continuação de Uma Dobra no Tempo: nela nossa protagonista encontra estranhos seres para brigar com seres mais estranhos ainda, indo para num mundo microscópico dentro das mitocôndrias do irmão para salva-lo. Parece legal? Na capa li com desconfiança e não me decepcionei: não gostei e não recomendo.


(The Black Panther)
Quando Tchaka, rei da nação africana de Wakanda, foi assassinado pelo Garra Sônica, um vilão caçador de marfim que buscava apoderar-se de todo o metal Vibranium existente na região (veja Garra Sônica). Tchalla, o filho adolescente do monarca, jurou vingança. Com muito esforço. ele conseguiu destruir os planos do criminoso e expulsa-lo do reino. Enviado pelos anciãos de sua tribo para estudar na Europa e América, Tchalla retornou a sua terra natal com um diploma de Física para assumir o manto de soberano. Aplicaram-lhe, então, dois testes: vencer seis dos melhores guerreiros de Wakanda em combate e obter a erva sagrada, que tem a forma de um coração, e pode conceder grande força física, bem como ampliar enormemente os sentidos do ser humano. Passando em ambos os testes, Tchalla pôde vestir o uniforme cerimonial da Pantera Negra, símbolo sagrado de seu povo. Assumindo a identidade do imponente felino selvagem, ele até hoje tem protegido sua terra de invasores, tomando Wakanda uma nação rica e extremamente tecnológica. Criado por Stan Lee em 1966, o herói ocultou toda a sua parafernália tecnológica sob o reino, mantendo, na superfície, as cabanas primitivas do povoado. Apesar de já possuir grande força e agilidade naturais, Tchalla teve todas as suas capacidades ampliadas a um nível quase sobre-humano pela erva sagrada.
Série de posts em que deduro meu consumismo e tento (tá difícil) tomar vergonha na cara =P
Posts anteriores: janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, julho, agosto, setembro e outubro.
Nacionais:
4 de novembro
• O Doutrinador, Os Desviantes, Santo e Pérola: títulos de uma editora nacional. Clique nos nomes para ler as resenhas :P
• Hokuto no Ken #4: mesma opinião que aqui. (18 volumes, ao que tudo indica)
12 de novembro
• Relógio do Juízo Final #7: mesma opinião que aqui (12 edições)
• Slam Dunk #19: mesma opinião que aqui (31 volumes)
• One Piece #91: mesma opinião que aqui (93 volumes até agora, rumo ao infinito e além)
• The Ancient Magus Bride #7: mesma opinião que aqui(12 volumes publicados até agora)
• A Casa dos Sussurros e Os Livros da Magia: mesma opinião que O Sonhar e Lúcifer, aqui.
• Jojo's Bizarre Adventures (Stardust Crusaders) #1: mesma opinião que aqui (esse é o terceiro arco de oito, que tem 10 volumes)
24 de novembro
• Estranhos no Paraíso #3: mesma opinião que aqui (6 volumes)
• Fruits Basket #2: mesma opinião que aqui (12 volumes)
• Dick Vigarista & Muttley: continuando as releituras dos personagens da Hanna-Barbera pela DC. Certeza que essa edição em específico também será uma bomba......
Importados
24 de novembro
• Avengers & Power Pack: Assemble!: fechando uma velha coleção, depois de anos, muitos anos. Power Pack (ou "Quarteto Futuro", por aqui) é tipo um grupo de super-heróis infantis da Marvel. Apesar que na cronologia "padrão" da editora as coisas não sejam exatamente essas, há um tempo atrás fizeram um punhado de séries curtas e simpáticas, num gostoso traço mangá. Parte desse material foi lançado por aqui, mas bem o comecinho, e depois saí caçando os encadernados que, curiosamente, saíram em formatinho nos EUA.
Leituras de novembro
• Astro City 5
• Astro City 6
• Beasts of Burden: Cães Sábios e Homens Nefastos:
• Doutrinador
• Pérola
• Os Desviantes
• Santo
• Jojo's Bizarre Adventure: Battle Tendency 3


Na última postagem sobre a viagem, comentei que estava esperando um amigo: o Minase. Mas, antes de falar desse assunto, queria acrescentar que esqueci de acrescentar naquele texto (que foi em 2017... já virou tradição demorar séculos entre elas =_= Mas, convenhamos, 2018 foi um ano comedor de cérebros) esse mapinha aqui indicando os lugares das fotos :P

















29/04: 1 • 2 • 30/04: 3 • 4 • 5 • 5½ • Sobre namorar japonesas no Japão... 01/05: 6 • 6 tão esperando ainda? • 7 • 8 • 9 • de ponta cabeça.... mesmo? A verdade revelada!! 02/05: 10 • 10½ • 11 | Também viajei mas não falei muito ainda: Peru 2014 • Europa 2015 • Chile e Argentina 2017 |
Essa semana caiu no meu radar uma série de tweets de suposto pastor sugerindo NÃO dar caridade a mendigos. Pelo que vi são parte da divulgação de um livro - e, pra não fazer propaganda do que não concordo, não linkarei os tweets nem darei o nome do autor :P Dois minutos de google e você acha quem foi e até mais coisas doque achei ^^
E como ando ultimamente nadando e me afogando nos evangelhos, vou dar alguns comentários em cima do que o carinha acima disse, me baseando nas palavras que li nas palavras dAquele que o tal pastor supostamente segue. Lembrando vocês aqui que 1) religiosamente estou no catolicismo não-praticante (ou, como brinco, "catolicismo turista", porque praticamente só entro em templos quando turisteio) (e quando dou "oi" pra Deus na Sé, aos sábados) e 2) circulo muito pelos escritos de Marcos, Mateus, Lucas e João, mapeando, dissecando e estudando o que foi escrito ali, mas me perco fora desse território, e me perco mais ainda no Antigo Testamento. Imagino que as palavras do Filho do Dono devem valer mais que a de todos os outros personagens bíblicos somados :P
Os tweets originais estão em azul, versículos em vermelho, o restante dos escritos daqui pra baixo é culpa minha.






Faz tempo que não falo de meu projetinho com o Evangelho aqui, mas ele segue de vento em popa: continuo colocando os quatro evangelhos em paralelo (estou na reta final de Lucas agora, depois só falta João), comprei livros pras fases posteriores e come{ce/t}i um mini-projeto derivado desse que está na beira da heresia - e é dele que vou falar aqui rapidin :P
Vocês conhecem livros-jogo ou ao menos o conceito deles? São aqueles livros em que você "faz a sua história", em que você em determinados pontos do enredo tem de escolher para seu personagem vai ou que vai fazer, diversas vezes, tipo ir pra direita ou pra esquerda numa bifurcação no caminho, criando assim o enredo do livro e o destino do protagonista.
Então... fazendo estes paralelos entre Marcos e Mateus e Lucas e João, tive várias vezes a sensação que os narradores dos sinópticos (Marcos, Mateus e Lucas) ficaram escolhendo para onde ir a cada cena: eles aparentemente se copiaram, mas se sentiram livres para mudar a ordem, incluir, suprimir fatos. E mantiveram bastante texto em comum no fim das contas. Já João, parece ter pego um jogo diferente na loja
...então decidi "remontar" o texto dos evangelhos no formato de livro-jogo, pra enfatizar as diferenças e semelhanças entre as passagens paralelas, e escancarar as encruzilhadas narrativas que enxerguei nestes livrinhos de quase dois mil anos. É esse meu mini-projeto, que acho que termino antes do projeto grandão, o dos paralelos.
Espero que não acendam fogueiras ""


Quando me falam em seguir a Bíblia ao pé da letra, ou que ela não erra, me lembro disso daqui - quando os narradores não concordam entre si:




Sei lá se preciso avisar: essa série de posts obviamente não vão ser pra todos os capítulos dos quatro (ou cinco :P) evangelhos, mas só os que acho coisas interessantes - ao menos para mim^^...



