Essa é uma revisão anterior do documento!
Oi, essa seção anda meio letárgica porque os dias andam intelectualmente letárgicos e mezzo perigosos, mas acho que não dá para não registrar mais alguns dos causos que acontecem na minha rotina de atender o público em plena pandemia .-.
Assim, a neura em limpar as mãos com álcool em gel é tanta que uma vez vi um tubo com conteúdo transparente e quase pus na mão, aí eu vi que era adoçante líquido e evitei de pagar mico.
Mas uma das funcionárias da limpeza foi pegar café e, no automático, pos as mãos embaixo da saída, no mesmo gesto para por álcool. Se queimou de leve e não a condeno, é tanta coisa acontecendo que quem não fez uma besteira desse naipe, fará
Por outro lado, o álcool em gel que receemos na primeira leva é uma gosma verde tão esquisita que tenho certeza que vai matar o vírus de nojinho.
Outra vez eu estava com língua tá estranha, fiquei com medo de ter perdido o paladar ou olfato, fui até cheirar o álcool para ver se meu nariz ainda funcionava nos níveis normais (meu olfato é péssimo em CNTP)
Aí... me lembrei que esquentei demais leite de manhã e devo ter queimado a língua ¬¬
E muita, muita gente não entende o porquê de máscara, distanciamento etc. É como se fosse uma regra sem sentido vinda de cima para atrapalhar a rotina dela. Às vezes acho que é gente tão burra que não sabem o que é morte, desculpe a franqueza.
Tem colega que só põe a máscara quando me vê, porque já flagrei diversas vezes na cozinha sem ela, exibindo a fuça que nem bonita. É tanto sobe e desce da peça que o elástico deve estar mais frouxo que calcinha de quenga. (dsculpe a franqueza e a raiva).
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