
(por Lance Parkin)
Uma resenha atrasada, então tende a ser superficial (e não tão atulhada de informações que nem minha última de Nanoha, talvez): anos atrás peguei para ler Alan Moore, o Mago das Histórias (publicado pela Mythos em 2012), que era um livrão bonito (mesmo com alguns erros feios na edição), com fotos e muitas informações sobre o um dos maiores (ou o maior) autores de quadrinhos de nosso tempo e seus trabalhos. É uma boa biografia, mas soou meio chapa branca demais quando li.
Aí, anos depois atrás peguei o livro na foto acima, pus na pilha e finalmente li :P Fisicamente não é uma superprodução que nem o livro acima, mas muito mais denso, que dá o contexto da infância e adolescência de Moore, e fatos sobre o começo da carreira, o reconhecimento, as brigas etc. Muito do material foi recolhido de matérias anteriores encontradas na imprensa e internet (tem uma enorme lista de fontes no final) e de entrevistas próprias. Inclusive, o autor põe muita luz na eterna disputa do Rouxinol de Northampton com a DC e dá entender que quem tirou a paz dele lá dentro é gente do departamento comercial da editora :P
# Veredicto: se você é fã de Moore ou de quadrinhos, obrigatório! É muito melhor que a outra obra citada, de longe, mas não sobrepõe.
# Bom: respeita o biografado, mas não endeusa, inclusive expõe o humor e idiossincrasias do autor. E, repito, a riqueza de informações é coisa linda de Glycon.
# Mau: ainda fazendo comparações com a outra biografia, é uma obra menos próxima do objeto de estudo, e deixa passar algumas coisas. As mais sentidas é a quase que ausência de informações sobre o processo criativo dos quadrinhos que Moore fez, a relação com os desenhistas (tem coisas aqui e ali, mas dava pra ir mais longe) e praticamente não citar a divergência dele com Len Wein.
editora Marsupial • 448 páginas • 2016


(Yezdigerd)
Yezdigerd é filho de Yeldiz, rei de Turan, um dos maiores reinos da Era Hiboriana onde vivia Conan, o bárbaro (veja Conan). Agindo como soldado em uma das galeras turanianas, Conan foi enviado por Yezdigerd, juntamente com um pequeno grupo, até a cidade de Makalet. Sua missão era de suma importância; trazer de volta o Tarin Vivo, um ser considerado como encarnação divina, que estava sendo mantido cativo naquele local. Quando retornou à galera ferido e sem ter conseguido levar a cabo sua missão, o bárbaro procurou seu amigo Fafnir, que, devido a um ferimento, tivera um dos braços amputado (veja Fafnir). Quando soube que a capitão do navio havia ordenado que o pobre homem fosse jogado ao mar porque não queria alimentar um aleijado inútil, Conan matou o oficial. O príncipe Yezdigerd tentou conter a fúria do guerreiro ameaçando-o com uma espada. Isso só enfureceu Conan ainda mais. Empunhando uma cimitarra, o selvagem rasgou o rosto do príncipe e mergulhou nas águas do mar. Yezdigerd passou então a odiar Conan mais do que tudo. Ele tentou assassinar o bárbaro de várias maneiras, mas nenhuma delas surtiu efeito. Criado por Robert E. Howard décadas atrás, preocupado em conquistar reinos para seu pai, Yezdigerd acabou por parar de perseguir Conan.
Índice: A • B • C • D • E • F • G • H • I • J • K • L • M • N • O • P • Q • R • S • T • U • V • W • X • Sobre esse projeto
Aviso aqui que:
• essa série é a terceira de uma longa e, digamos, rica continuidade. As resenhas anteriores estão aqui e aqui.
• todas as encarnações de Nanoha tem o mesmo roteirista: Masaki Tsuzuki, descobri estes dias ^^>' (jurava que fossem vários autores iniciantes, dadas algumas decisões wtf alternadas com twists excelentes).
• inclusive StrikerS aqui e ali faz referência a histórias que aconteceram em outras mídias, mas não reclamar disso =p
• a analise a seguir ficou confusa - contém leves spoleirs! - mas é tanta coisa anotada que se não fizesse assim, faria nunca =p

(por Masaki Tsuzuki)
No final da série anterior, Nanoha toma uma decisão (tipo assim, estou escrevendo de memória) de ir embora da Terra e formar carreira, achar um sentido pra vida, e nessa convence Fate e Hayate de irem junto. Isso com nove anos de idade e os pais deixam ela ir embora, provavelmente são da família da mãe do Ash.
Foi mais ou menos nesse ponto, na metade do último episódio de A's que a série pulou o tubarão para mim. Mas como já tinha me apegado aos personagens e tenho aquele ímpeto completista, segui em frente :P
E, ao começar StrikerS, a terceira temporada, o que temos:
• personagens dez anos mais velhas;
• em outro status quo totalmente diferente (vou falar mal disso abaixo);
• em outro mundo (também vou falar mal disso abaixo);
• com um fiapo de ligação narrativa com as encarnações anteriores do anime.
• e com foco voltado mais aos personagens novos e (tentaram) tramas políticas.
.......poxa, não era melhor criar outra série de uma vez?
Sim, já comecei a ver o anime frustrada. Mas ao menos logo apareceu uma característica familiar de Nanoha: superpopulação de personagens, aparecendo mais gente que o roteirista é capaz de lidar :P Na série original tínhamos praticamente só Nanoha, Fate, Yuuno e Arf, além de alguns secundários. Em A's ganhamos mais secundários junto de Hayate, Vita, Signum, Shamal e Zafira. Em Strikers, as três meninas (Nanoha, Fate e Hayate) estão em uma espécie de força militar (aaaaaaaaaaaaarrgh!!), então temos um monte de secundários/terciários (o povo da base onde elas estão, militares/políticos de diversos escalões, gente que pelo jeito surgiu nos mangás entre as temporadas e membros de uma igreja influente genérica genuinamente do bem), quatro novatos (Caro, Erio, Subaru e Teana), um vilão principal (e suas DOZE assistentes) e três personagens dúbios orbitando esse.
Certeza que esse estúdio é um cabide de empregos para dubladores.
Outra coisa familiar de forma errada é o novo mundo da nova série: apesar de ser outro planeta numa outra dimensão, a cidade onde as meninas vivem é praticamente idêntica à Tóquio retratada em qualquer anime. A exceção é que aqui e ali tem gente de cabelo colorido, voando e atirando raios e, ei.... é, continua idêntica à Tóquio retratada em qualquer anime.
Moda, tecnologia, cultura, tudo é bem parecido com nossa Terra (inclusive o triste hábito narrativo de todas as pessoas serem “brancas”), com um detalhe ou outro diferente. O roteiro se esforça em contextualizar as regras daquele mundo, tanto política quanto de uso da magia, praticamente um manual de RPG e também perde um tempão montando os personagens, mostrando treinamentos, flashbacks etc.... mas no fim a trama andaria do mesmo jeito sem estes gargalos narrativos.
Em relação aos personagens em si, as novatas adolescentes (Subaru e Teana) são mais desenvolvidas, simpáticas, mas são quase que indistinguíveis entre si. Já Caro e Erio, as crianças da vez, são bem sem sal. Quanto aos personagens veteranos, é esquisito ver três pessoas tão diferentes das demais (mesmo tendo de disfarçar normalidade - um clichê que curto muito, diga-se) estarem confortáveis dentro de um ambiente tão... padronizador quanto o militar.
Hayate é a que mais me grita: deixou de ser uma personagem cadeirante (excelente para a pessoa (que não existe), péssimo para a personagem), potencialmente mais poderosa que as outras duas, para praticamente ficar travada na burocracia (há Motivos na lógica do universo da história, mas a lógica do universo da história é uma opção do autor, né?) e ficar com aquele gosto de personagem com desenvolvimento desperdiçado. Nanoha e Fate também carregam seu peso burocrático, gastam um tempão sendo professoras, mas ao menos Fate mostra seu lado “materno/irmã mais velha”, dando aquele apoio aos personagens menores, que são crianças sem família - o que é algo muito legal, pensando a infância rejeitada que ela mesma teve - e [leve spoiler] Nanoha vira mãe adotiva de Vivio, uma menina que surge perto do meio da série.
E essa acaba chamando tanto Nanoha quanto Fate de “mamãe”, escancarando aquilo que está aqui e ali no enredo, mas que ninguém fala com todas as letras: as duas são um casal. Poxa, até dividem a cama (enorme, por sinal).
(Vivio se torna tão importante que praticamente muda a abertura do anime quando sua relevância cresce lá pelo final :P)
E quanto a trama, é o básico, mas que aqui demora pra engrenar: vilão quer fazer algo, mas ninguém consegue chegar nele até o fim dos episódios. Só que é um antagonista genérico e sem carisma, assim como seus aliados. Tanto que algumas assistentes quase que indistinguíveis entre si conseguem facilmente roubar dele o papel de antagonista.
Voltando, é tanta gente os dois lados e tanto subplot pra resolver que no final não acontece o grande clímax, a resolução de vários probleminhas acabam fragmentando a emoção potencial do conjunto.
# Veredicto: dava para fazer algo legal sem tantas mudanças e inserções. Nanoha StrikerS não é ruim, mas como toda a franquia, tem aquele gostinho de oportunidades perdidas a rodo. Sendo sincera, é a mais fraca das cinco temporadas que vi, só melhor que os movies 3 e 4.
# Bom: apesar dos pesares, ver as personagens evoluírem, //o que uma garota mágica faz da vida quando vira adulta//? Apesar de totalmente troncha, a tentativa de ampliação do universo das histórias é algo digno de boa nota. Inclusive, temos em StrikerS o que pode se dizer que é um "menino mágico" (Erio), com transformação e tudo, o que diria que é meio raro em animação japonesa :P Fate evoluiu de uma forma legal e Nanoha continua sendo a melhor Gundam :P As lutas, apesar de não serem o forte dessa temporada, valem cada explosão e círculo mágico invocado. E, apesar de tudo, é uma franquia com clima leve: quase que não há mortes e, quando acontecem, fazem sentido.
# Mau: militarismo, fetiche com armas e uniformes em uma série que começou como aventura escolar. Tenho certeza que toda a dinâmica do quartel e tudo o mais faz referência à alguma franquia de robô gigante :P. Inclusive, me incomodou o roteiro dar uma passada de pano para militar golpista em certo momento do enredo. Outro problema sentido foi o descarte de personagens importantes para as personagens como pessoas que estavam nas séries anteriores, em troca temos personagens novos demais, episódios demais, dava para escrever uma história melhor com menos tempo e menos plots secundários que levaram a nada. Vilão e cia também é outro calcanhar de Aquiles. Downgrade de nível de poder de personagens só para fazer a história render mais. Fan service sem sentido... (//ah, agora tudo se explicou: a série se passa 10 anos pra frente pros animadores não serem presos por pedofilia fazendo as transformações como eles sempre quiseram fazer :Þ//) Ah, e por fim, acontece uma coisa nas entrelinhas que não tem muito impacto no total, mas me deixou assim O.O com as implicações: o vilão diz que implantou cópias dele mesmo nas doze assistentes, e elas nasceriam com as memórias e personalidade dele. Depois não se falou mais nisso.... houveram doze violências e doze abortos??
26 episódios • 2006-07
Resenhas mais legais que a minha, em inglês: deus ex magical girl • Yuri Reviews • Wikipedia
Estes dias trombei também com três videos imensos dissecando a franquia. Se está tão interessado, ligue as legendas e prepare-se para não piscar, a narração é rápida e em inglês: parte 1 (origem, Nanoha e A's), parte 2 (A's e StrikerS) e parte 3 (Vivio e mangás).


(The X-Men)
Os X-Men são uma organização de mutantes superpoderosos, fundada pelo professor Charles Xavier, com dois propósitos (veja Charles Xavier): primeiro, treinar mutantes com poderes sobre-humanos na utilização de seus poderes, e segundo, uni-los numa equipe para defender a humanidade de outros mutantes que decidiram usar suas habilidades para propósitos criminosos. As identidades civis da maioria dos X-Men são desconhecidas do público, e, nessas identidades, os heróis são oficialmente alunos do professor Xavier em sua Escola Para Jovens Superdotados. A escola que serve de base para os X-Men está localizada na mansão do Professor X em Graymalkin Lane, no condado de Westchester, Nova Iorque. Todos os X-Men são mutantes. Até o momento, existiram duas equipes de X-Men: os antigos ou originais, e os novos ou amais. Os antigos X-Men contavam com a presença de: Professor X, líder e fundador; Ciclope; Homem de Gelo; Anjo; Fera; Garota Marvel, mais tarde conhecida como Fênix; Mímico, que participou da equipe por um breve período; Polaris, hoje membro reserva e Destrutor, membro reserva. Os novos X-Men são compostos por: Professor X; Ciclope; Noturno; Wolverine; Banshee, atualmente sem poderes e membro reserva; Tempestade; Colossus e Kitty Pryde. Também faziam parte dos novos X-men, mas faleceram em combate o Pássaro Trovejante e a Fênix.
Índice: A • B • C • D • E • F • G • H • I • J • K • L • M • N • O • P • Q • R • S • T • U • V • W • Sobre esse projeto
Mês retrasado fiz uma cagada épica no cartão de crédito, então dei uma freiada bem forte nas compras: achei que tinha pago uma fatura e gastei, só para depois descobrir que por engano, paguei nada. Só imaginem.
Então, a lista desse mês tá bem humilde, mas com outra série completa ♥
Postagem anterior: julho/2021

Quadrinhos
31 de agosto
• Beastars 15: só falta a edição 6 agora x) Mesma opinião que aqui (22 volumes)
• Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba: #18: mesma opinião que aqui (23 volumes)
• Promissed Neverland #19: mesma opinião que aqui (20 edições)
• Dragon Ball #15: mesma opinião que aqui (34 volumes)(!)
• Lobo Solitário #28: mesma opinião daqui (acabou!!)

Quadrinhos Importados
18 de agosto
• Generation X (Epic Collection) #1 - Back To School: é uma fase dos mutantes um pouco depois de que eu parei, mas até tentei acompanhar. Alguns personagens eram interessantes e arte do Bachalo era um atrativo. Decidi pegar os poucos TP's do início (não devia, porque dólar vale mais que dinheiro, mas não tenho jeito)
• W.I.T.C.H. Part 2, Vol. 2: Nerissa's Revenge: mesma opinião que aqui

Livros
31 de agosto
Os mais espertos perceberam que as duas compras são bem no espírito do meu projetinho no catarse. Vá lá e me apoie :D
• Bíblia de Jerusalém: mais famosa pela qualidade das notas internas (referências cruzadas, informações históricas, etc) que pela tradução. É exatamente o que sempre estou procurando XD
• Os Evangelhos: uma tradução: outra tradução laica do texto grego. Mais notas de rodapé e mais uma vez alguém se esforçando em tirar a grossa casca de idéias acumuladas (pro bem e pro mal) de um dos textos mais centrais do ocidente. Claro que iria pegar!!

Leituras
• Bone 3
• Klara e o Sol (lendo)
• Manual do Minotauro (lendo)
Assisti
• Puella Magi Madoka Magica
• Otome Game No Hametsu Flag Shika Nai Akuyaku Reijou Ni Tensei Shiteshimatta... (mais conhecido como “Hamefura” :P)
• Magical Girl Lyrical Nanoha StrikerS
• Magical Girl Lyrical Nanoha ViVid
• ViVid Strike!
• Magical Girl Lyrical Nanoha The Movie 1st
• Magical Girl Lyrical Nanoha The Movie 2nd A's
• Magical Girl Lyrical Nanoha Reflection (assistindo)
• Sailor Moon (assistindo, finalmente!!)
(Wundarr)
Wundarr partiu do planeta Dakkan num foguete e chegou à Terra ainda criança. Um alienígena essencialmente humanóide, ele adquiriu certas habilidades sobre-humanas após uma exposição a raios cósmicos na atmosfera superior do planeta. Depois de seu foguete cair em nosso mundo, Wundarr cresceu no interior da nave até atingir a maturidade, quando foi libertado pelo Homem-Coisa (veja Homem-Coisa). Devido a sua falta de estudo e experiência, ele era bastante inocente e ignorante. Nesse estado, o extraterrestre foi levado para um laboratório de pesquisa do governo - o Projeto Pegasus - para ser usado em um experimento cujo objetivo era sondar a energia do Cubo Cósmico. Criado por Steve Gerber em 1972, desde então não se tem notícia de seu paradeiro.
Índice: A • B • C • D • E • F • G • H • I • J • K • L • M • N • O • P • Q • R • S • T • U • V • Sobre esse projeto
(Wong)
Criado por Stan Lee em 1963, Wong é o fiel servo chinês do Dr. Estranho - o cirurgião que se tornou um dos maiores mestres das artes místicas (veja Dr. Estranho) Apesar de não possuir poderes mágicos, Wong conhece artes marciais e é encarregado de tomar conta da enorme mansão que serve como santuário para o mago. Graças à fidelidade do oriental, a vida do Dr. Estranho foi salva inúmeras vezes da morte certa.
Índice: A • B • C • D • E • F • G • H • I • J • K • L • M • N • O • P • Q • R • S • T • U • V • Sobre esse projeto
Desenho, escrevo, e às vezes desenho e escrevo junto, fazendo quadrinhos. Até desenhar e escrever e animar já fiz ao mesmo tempo :P
E uns tempos atrás decidi fazer um catarse para me mecenar (existe esse verbo?), em troca vou compartilhando com os assinantes material antigo e novo meu. Atualmente ando focando mais na minha tentativa de livro, tem até beta rolando. E, só porque bateu vontade, decidi fazer uma “capa” com jeitão de quadrinhos para cada um dos capítulos dele, assim:
Os visitantes antigos desse blog velho devem se recordar vagamente que essa história já apareceu aqui uma baralhada de anos atrás e, sim, ela continua sendo contada de Lars para filha X)
Para ver as capas anteriores, clique aqui, aqui e aqui^^ Os assinantes do catarse, estão recebendo essa ilustração em alta qualidade, com & sem texto!! :)
Assim, se quiserem colaborar comigo (pufavô!!), cliquem na imagem abaixo, leiam a descrição do projeto e assinem^^ Os valores são pequenos e qualquer cinco reais a mais no fim do mês faz diferença!!
E tenho outro projeto, menos artístico mas não menos ambicioso:
Em breve, mais ilustrações :D
(Wolverine)
O passado de Wolverine está completamente coberto de mistério. Não existe nenhum registro conhecido de seu nascimento, e, já que sua capacidade mutante de cura faz com que ele envelheça mais lentamente do que o ser humano comum, sua idade não pode ser estimada. Anos atrás, o herói foi encontrado quase morto nas florestas do Canadá por James McDonald Hudson, o Víndix da Tropa Alfa - a famosa superequipe de heróis canadenses (veja Tropa Alfa). Nessa época, Wolverine, cujo nome conhecido é Logan, já possuía suas garras e esqueleto de adamantium, o metal mais resistente do mundo. Até o momento, Logan não tem idéia de como recebeu suas garras e obteve um esqueleto de metal. A principio, entretanto, ele detestava isso. Quando encontrado, o herói estava em choque e Hudson, junto com a esposa, cuidou dele até que este recobrasse a saúde e a sanidade mental. Logan então trabalhou como agente secreto canadense por um curto período de tempo (não se sabe se essa foi a única vez que ele se aventurou como agente de inteligência ou se já havia sido um antes de Hudson tê-lo encontrado) O governo canadense decidiu formar sua própria equipe de seres superpoderosos, dirigidos pelo chamado Departamento H. Hudson foi recrutado para ajudar na criação desse grupo. Sabendo dos poderes especiais de Logan, o governo tencionava torná-lo líder da equipe que mais tarde seria conhecida como Tropa Alfa. Dessa forma, o governo canadense gastou milhões para treinar Wolverine, bem como condiciona-lo psicologicamente numa tentativa de modificar suas tendências extremamente agressivas. Wolverine ajudou Hudson nas primeiras fases de organização da Tropa Alfa. Originalmente, ele recebeu o nome de Arma X, que mais tarde foi mudado para Wolverine. Como parte de seu esforço para recrutar Novos X-Men, o professor Charles Xavier viajou ao Canadá e convidou Wolverine para se unir ao supergrupo mutante (veja X-Men e Charles Xavier). Por razões que só ele conhece, Wolverine decidiu abandonar o Departamento H e aceitar o convite do Professor. O herói tem sido membro dos X-Men desde então. Hudson e o resto da Tropa Alfa foram designados pelo governo canadense para trazer Wolverine de volta ao país à força, mas as tentativas de captura-lo não tiveram resultado. Criado por Len Wein em 1975, o herói se viu bastante atraído por uma oriental de nome Mariko que conheceu no Japão.
Índice: A • B • C • D • E • F • G • H • I • J • K • L • M • N • O • P • Q • R • S • T • U • V • Sobre esse projeto
Foi dia 13, jurava que era mais para o fim do mês :P
Mas essa não vai ser um post muito animado, o blog está com problemas técnicos desde o fim do ano passado e não estou confortável com o visual e a estrutura dele como um todo. Mas estou sem tempo ou recursos para deixar ele próximo do que eu queria e entre parar com tudo para uma “reforma” que sei lá terminaria (terminaria?) e ir tocando como está até achar uma solução, nem que seja parcial, prefiro a segunda. E... sinceramente, sei lá o que pensar, é muito tempo aqui e que em alguns anos esse blog vai ter mais da metade da minha idade :P
Mas não vou parar, espero ò_ó
(e tava vendo o post de dez anos atrás, eu também perdi a data XD)
Enfim, agradeço muito a quem me acompanha desde sei lá quando, à quem participou aqui (inclusive os 3 ou 4 sumidos)(não precisam mexer o copo, ok?) e a quem ainda lê numa internet, mesmo desconhecendo este espaço aleatório :P
Vamos para o futuro, quero ver se a gente supera essa fase ruim para algo melhor ;)
(Wendell Rand)
Pai de Daniel Rand, o jovem que estava destinado a se tornar o campeão de artes marciais conhecido como Punho de Ferro (veja Punho de Ferro), Wendell tinha um grande sonho na vida: encontrar o lendário reino de Kun Lun, habitado por seres imortais. Partindo para as montanhas do Himalaia em busca do local, ele foi acompanhado pela mulher, pelo filho e por seu sócio nas Indústrias Rand & Meachum, Ward Meachum (veja Ward Meachum). Vitima de um acidente, Wendell ficou pendurado sobre um imenso precipício. Em vez de salva-lo, seu mesquinho sócio pisou em sua mão, fazendo-o despencar para a morte. Criado por Roy Thomas em 1973, Rand faleceu sem ter seu grande sonho realizado.
Índice: A • B • C • D • E • F • G • H • I • J • K • L • M • N • O • P • Q • R • S • T • U • V • Sobre esse projeto
Antes de tudo: assim como o anime, essa resenha é totalmente dependente da resenha da série anterior :Þ
A's é uma continuação direta, cronologicamente acontecendo poucos meses depois do fim da série original. Ainda carrega os mesmos méritos e defeitos, mas ao menos o roteiro está menos incerto do que fazer com a história: temos Fate lidando com as consequências legais dos atos dela, um novo grupo de vilões (Vita, Signum, Shamal e Zafira, sendo que o último considero praticamente um enfeite feio pro enredo), uma nova personagem cadeirante com um objeto mágico que coincidentemente também tem nove anos (Hayate), que coincidentemente fica amiga de uma das amigas de Nanoha. Também tem mais alguns personagens secundários (contei que na série anterior tinha uma nave espacial? E também tem um menino de nove anos também lá? :P) que ajudam a mover o conjunto da trama (apesar de duas delas fazerem isso de forma tão tosca que dá vontade de marretar a cabeça do roteirista).
Em Nanoha A's temos mais batalhas com círculos mágicos cabulosos e personagens fofas voando e atirando raios, em enfrentamento cada vez melhores - alguém comentou uma vez que Nanoha é o melhor Gundam, e não tem como negar, inclusive o esquema de cores da menina é o mesmo da série de robôs gigantes e é impossível os autores estarem bem cientes disso - , desenvolvimento emocional dos vilões (a ponto de me fazer achar que os verdadeiros heróis do anime eram eles) num crescendo muito legal, inclusive com encontros com personagens à paisana que por si só grita VAI DAR MERDA.
E dá, no bom sentido: tensão (ri de nervoso com um bando de bombas ambulantes se olhando feio num quarto de hospital) e mais rinha de garota mágica nos céus.
Mas, a médio prazo, dá merda no mau sentido também: o final a história não entrega a batalha esperada (Vita me prometia uma excelente batalha épica com Nanoha e isso não acontece), um mistério é resolvido de forma tosca (já citado acima :P), temos um monstro final que não impressiona e na conclusão da série os personagens tomam umas decisões toscas só porque o bosta do roteirista assim o quis.
Outro ponto que mereceu meu xingo é que os antagonistas surgem com um sistema de magia baseado em cartuchos, como se fossem balas de armas de fogo. Assim como os vapores e fumaças, numa vibe bem steampunk, que surgem das armas de Nanoha e Fate, eles são até que esteticamente interessantes. Só que as armas das meninas (também esquecer de falar: o equipamento místico de todo mundo também são IAs falantes: a de Nanoha, Raising Heart, tem voz feminina e só se expressa em inglês. Fate é acompanhada por uma voz masculina também em inglês, Bardiche), depois de apanhar feio das outras (que falam em alemão....), pedem para receber a mesma tecnologia.
Esquisito, mas ok, a gente aceita... até... perceber que algumas mecânicas mágicas novas ficam parecendo DEMAIS com armas de fogo, inclusive um dispositivo tem aparência de tambor de revolver e, repito, nas mãos de crianças de nove anos. O nome disso é fetiche e é mais um para a lista do estúdio responsável =_=
# Veredicto: diverte, tem mais pontos altos que a série anterior, mas não espere muito. Entrega muito se você espera nada, perde tudo se esperar demais.
# Bom: os vilões e motivações, um enredo mais redondo. Sei lá, os dois terços iniciais, talvez mais, tem um aproveitamento bastante alto.
# Mau: os fetiches de sempre, os novos fetiches. Desperdício de personagens (Hayate que o diga) e de situações, especialmente quando chegamos perto da conclusão.
13 episódios • 2006-07
Em tempo: Nanoha é uma extensa franquia com anime, mangás e jogos, com uma intrincada cronologia. Meu projetinho pessoal é só ver os animes :P
Resenhas mais legais que a minha, em inglês: deus ex magical girl • Yuri Reviews • Wikipedia


(Warren Craddock)
Suposto oficial do governo americano, Craddock era, na verdade, um alienígena skrull cuja missão era incitar as pessoas contra os Vingadores, sob a alegação de que os super-heróis estavam colaborando com extraterrestes que planejavam dominar o planeta (veja Skrulls e Vingadores). Tendo seu disfarce desfeito por emanações mentais de Rick Jones (veja Rick Jones), em meio a um empolgado discurso, Warren Craddock acabou linchado até a morte pela mesma multidão que, com suas palavras. ele havia levado a um fanatismo extremo. Craddock foi criado por Roy Thomas em 1972.
Índice: A • B • C • D • E • F • G • H • I • J • K • L • M • N • O • P • Q • R • S • T • U • V • Sobre esse projeto